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0.6 hrs on record
Jogo muito divertido e criativo. Vi várias reviews reclamando de balanceamento e sorte, mas sinceramente pra mim o grande ponto que deixa você OP no jogo é pra ganhar basta matar o rei (que é uma mecânica original do xadrez). Por exemplo, tem cartas muito boas como as que te dão +4 poder de fogo ou aquela de sniper, mas vem com contras como deixar a rainha invencível (aliás, muito boa a referência a desgraça da Thatcher kkkk) ou fazer os bispos curarem. Porém, mesmo com 12 peões, com bispo curando, com rainha imortal, etc, basta você snipar o rei (e também sempre manter uma soul card só pra sair de alguma enrascada não prevista) que você passa a ganhar fácil toda vez. Eu cheguei na última sala com tanto firepower que eu literalmente (spoiler leve)matei o último boss com 3 tiros kkkkk.

No geral, recomendo bastante e sinto que o desafio real mesmo é jogar o endless, que libera logo após você terminar a run principal. Tenha sempre estratégia e abuse das mecânicas do jogo que você vai achar muito divertido como eu.
Posted 3 September, 2023.
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13.3 hrs on record (12.0 hrs at review time)
Uma absoluta surpresa e aquele tipo de jogo que você não sabia que precisava até ele existir.

Uma boa parte dos reviews está comparando com Forspoken só pelo fato dos dois terem sido lançados perto um do outro, e por serem de plataformas de console rivais, mas além de achar essa briguinha inútil eu quero comparar aqui com um jogo que faz muito mais sentido comparar, e que eu gostei no geral, mas depois de jogar HI-FI Rush fez ele parecer uma porcaria. Estou falando de No Straight Roads.

HI-FI Rush é LITERALMENTE o que eu queria de NSR. Um jogo verdadeiramente de ritmo, com música boa e muito divertido. O que eu me decepcionei com NSR em relação ao gameplay, HI-FI me completou e ainda transbordou. Esse jogo é carisma puro. É aquele tipo de jogo que te prende e você joga com sorriso no rosto o tempo todo. História clichê mas extremamente divertida, personagens marcantes, bem escritos, uma verdadeira aventura divertida e animada como NSR, mas multiplicado por mil. Uma única coisa que eu tinha receio era se o jogo inteiro ser composto só de rock se tornaria enjoativo, já que em NSR há uma mistura de EDM com rock que funciona fantasticamente bem. Entretanto a trilha de HI-FI é boa demais, que além de contar com algumas músicas licenciadas, as originais são tão boas quanto ou até melhores em momentos.

Já comentei em outras reviews que amo jogos de ritmo e não preciso nem dizer que esse jogo foi um banquete pra mim. Nunca vi uma execução de hack'n slash de ritmo tão bem feita assim antes. O jogo vai te ensinando mecânicas conforme vai passando e você não se sente perdido em nenhum momento. Seu dedo começa a fluir naturalmente e quando você vê até nas partes de plataforma você está pulando e dando dash no ritmo sem precisar. O cenário e todo o ambiente ajudam muito a te manter nesse compasso. E cada mecânica harmoniza perfeitamente com a outra, fazendo com que a fluidez do gameplay seja perfeita. Acertar os combos e os parries dá uma satisfação muito grande. E o melhor ainda: o jogo não é necessariamente fácil (joguei no normal) e vai testar seu ritmo o tempo todo.

A Tango tá de parabéns por ter investido tanto num jogo que claramente dá pra sentir que foi feito com carinho. Eu espero de verdade que a indústria de jogos aprenda com esse lançamento. Já cansei de ver empresas de AAA venderem só hype. Quero ver mais elas vendendo JOGO, como esse.
Posted 13 February, 2023.
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1 person found this review helpful
7.2 hrs on record
Fantástico. Faz tempo que eu não me sentia burro com um jogo de puzzle. A nova mecânica de viagem ao tempo é intuitiva porém incrivelmente difícil de raciocinar as soluções: além dos portais tradicionais tem um terceiro portal verde, no qual divide o momento em que você está entre "passado" e "futuro" de 20 anos depois, e você tem algumas limitações do que pode fazer no passado e o que pode trazer do futuro pro passado. Assim como Portal: Mel Stories, é curto, porém a dificuldade faz a jogatina ficar mais longa. E em nível de dificuldade, diria que é o mod de Portal mais difícil até agora.

Ainda comparando com Mel Stories, em Reloaded a história de plano de fundo é simplesmente ignorável e boba, e não tem nenhum momento marcante ou set-piece interessante, por exemplo. Porém a dublagem do narrador é boa e tem várias interações legaizinhas. Uma outra pequena crítica é que a curva de dificuldade entre as salas varia um pouco em alguns momentos (as primeiras salas são bem desafiadoras, depois flutua bastante entre mais fácil e mais difícil conforme vai indo), porém é algo compreensível visto que ao longo do jogo você vai ficando mais esperto com as mecânicas. Mas ainda assim eu achei que algumas salas, principalmente a partir da 22, dão dicas "demais" as vezes. Eu queria que tivesse ainda mais desafio, ainda mais na última sala. Uma coisa bacana que é legal mencionar é que existe liberdade total pra solução das salas, tanto faz você passar uma sala no passado ou futuro, que o narrador te "corrige" assim que você passa pela porta final: ele te joga pro tempo que era "esperado" e te parabeniza por isso.

Enfim, eu adorei esse mod e recomendo demais pra quem quer dar uma fritada boa no cérebro. Extremamente satisfatórios os "ahá-moments".
Posted 12 January, 2023.
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3.9 hrs on record
O que eu esperava desse jogo: um psychological horror estilo DDLC que começa fofo e todo mundo morre
O que eu recebi: tristeza legítima, depressão e lembrança de como a internet é podre.

Esse jogo é um tapa na cara, uma crítica pro consumo de entretenimento e de como streamers meninas (principalmente japonesas) são tratadas como puro objeto pela internet. Ele coloca alguns pontos de forma exagerada e cartunizada e usa muito de absurdos, mas infelizmente é o desenho quase que 1:1 de como uma boa parte das pessoas agem no mundo online e de como essas meninas são levadas pela instabilidade mental pra algo muito, muito triste. São vários finais e eu apenas fiz 3 por enquanto, e um deles é bastante perturbador e mexeu comigo. Faz você pensar nas escolhas e ações que você toma dentro do jogo, refletindo com o que você acaba reproduzindo - muitas vezes sem querer - no mundo real. Algumas pessoas não se dão conta (ou fingem que não se importam) que palavras podem destruir alguém. Nem toda criadora de conteúdo consegue criar uma casca dura a ponto de ignorar comentários de trolls e haters, e por mais que o impulso de muitos é achar que tudo é por clout e atenção, que tudo que ela faz é "calculado" pra criar uma relação parassocial e fazer você se importar com alguém que nunca vai ver na vida, que tudo é "artificial" e portanto merece seu comentário agressivo, temos sempre que lembrar que a ser humana que está ali pode realmente estar precisando de ajuda.

Se você é sensível a tópicos de depressão, suicídio ou à tudo que falei acima, eu não recomendo esse jogo pois ele pode te fazer mal de verdade. Por mais cartunizado que esses assuntos são retratados, ou de como a Ame, a personagem principal, é um pouco estereotipada, o jogo ainda assim consegue ser bastante dark e pesado.

Do contrário, recomendo fortemente. Tirando toda essa camada dark, o jogo tem artes muito bem feitas, música muito boa e viciante e não é muito longo. Vale a experiência.
Posted 2 December, 2022.
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4 people found this review helpful
88.9 hrs on record (54.5 hrs at review time)
Pra mim o melhor jogo de ritmo VR atualmente. Já tentei a demo do Beat Saber e é simplesmente horroroso em comparação com esse. Eu acho que esse jogo merecia tanto sucesso (até mais na real) quanto BS. Experimentei vários outros de ritmo VR também e pra mim nenhum se compara com esse. Quase todos parecem focar mais em movimentos dos seus pulsos do que movimentos realmente dos braços e do corpo. Pra mim é isso que faz do Synth Riders superior.

As músicas base e DLCs são muito boas na maioria, mas o jogo realmente se abre quando você baixa músicas customizadas da comunidade. Vá até synthriderz (com Z no final) ponto com e se delicie com um mundo novo de músicas. Aliás, algumas dicas pra você baixar músicas boas:
- prefira pegar as músicas com um ratio bom de likes/dislikes, ou as neutras com nenhum like ou dislike (~5/x é um bom indicativo, +9/x é certeza excelente, 0/0 é cara ou coroa mas geralmente boas, 0/1-2 tem chances de ser bomba, x/+3 é bomba tbm a menos que tenha algo tipo +20 likes), geralmente são as mais bem feitas e sincronizadas;
- procure baixar de mappers bem avaliados também, ou mappers "hot";
- imho músicas pouco populares ou underground são no geral melhores e mais divertidas/criativas de jogar do que as mais populares.

Agora eu tenho umas ressalvas de coisas simples que poderiam melhorar e que eu acho essenciais:
- fazer uma playlist É SIMPLESMENTE TORTURANTE. Tinham que urgentemente melhorar essa experiência que não seja tão repetitiva e entediante. Você tem que escolher as músicas UMA A UMA, e toda vez que você escolhe uma O JOGO NÃO TE BOTA NA LISTA QUE VC TAVA. Ou seja, toda hora você tem que voltar, scrollar, e o scroll já é ultra bugado se vc scrolla rápido demais
- e sim, o scroll é muito bugado se você passa rápido demais. Você acaba "acostumando" com os bugs com o tempo, mas essa é uma parte que precisava melhorar muito também
- poderia ter um botão de "adicionar aos favoritos/playlist" no painel de fim de música. As vezes eu jogo no random e acabo caindo em uma música boa, mas aí eu tenho que sair pro menu, adicionar onde eu quero, e depois voltar pra uma música pra continuar no random. Se tivesse um botão de atalho ficaria infinitamente mais simples esse processo.

No mais, Synth Riders é bom demais, recomendo
Posted 1 October, 2022.
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11.7 hrs on record (10.7 hrs at review time)
Freedom Planet foi um achado inesperado na época. Fiquei fã instantâneo desse jogo, de como ele é tudo que eu sempre quis num Sonic 2D: ele é focado na velocidade, mas também consegue ter exploração, tem um combate legal, tem uma história surpreendentemente boa, tem um fator replay absurdo, tem level design fenomenal, chefões complexos e desafiadores, enfim. Assim que eu terminei eles anunciaram que estavam fazendo um segundo jogo, e o hype foi instantâneo também. Era pra ele ter sido lançado em 2017... 2018... depois adiado pra 2021... e agora finalmente lançou. E a espera valeu MUITO a pena.

É uma evolução em todos os quesitos, além de ser gigantesco. O primeiro acho que tinha umas ~10 fases, esse tem umas ~25, fora as coisas extras pra explorar. Eu terminei a campanha da Lilac, mas além das 3 personagens do original (Lilac, Carol e Milla) agora existe mais uma campanha com a Neera. O gameplay ficou muito mais fluído que o primeiro, e o moveset foi melhorado também: agora tem como cancelar o dragon boost no ar e ele vai gerar uma explosão que dá dano nos inimigos por um tempo, e o shield, que antes era um assist e agora é uma habilidade pra se defender de ataques no estilo parry. Além disso, algumas melhorias na movimentação deixou tudo muito mais dinâmico (a que eu mais gostei foi poder cancelar o ciclone com o boost, por exemplo).
O level design continua excelente, e a diversidade das fases está ainda melhor. Tem muito mais set-pieces também, que pra mim é um ponto forte em plataformers. A música continua boa como o primeiro, porém achei que alguns sons do primeiro tem um charme que esse infelizmente não pegou bem. Muito efeito sonoro é reciclado do primeiro, lógico, mas tem alguns do primeiro que eu gostava demais e não veio pro segundo :(. O hud/mapa principal é uma adição legal e dá um dinamismo pra jogatina também. Agora tem um sistema de itens que podem ser adquiridos com alguns NPCs ou com a Milla, que na verdade são modificadores que pode deixar o jogo mais fácil ou mais difícil. Dá pra ignorar completamente esse sistema, mas ainda assim é uma adição legal. Por conta do mapa, ficou mais fácil explorar e refazer as fases também.

Agora em questão de história... Apesar de eu ter gostado, e de ter muitos pontos positivos e ser mais bem escrito em comparação, eu ainda prefiro a do primeiro jogo. A vilã desse é muito mais complexa que o Brendon e isso é excelente, os acontecimentos são memoráveis e o pacing é ótimo, mas ainda assim acho a história do primeiro com um charme a mais. Tem acontecimentos igualmente marcantes nos dois, porém o do primeiro é mais impactante na minha opinião. O que não tira mérito nenhum da história deste segundo, aliás. Inclusive acho que eles conseguiram fazer algo realmente muito interessante e expandir o próprio mundo de Avalice sem apelar pra (talvez spoiler se você tem expectativas em relação a história do 1, mas é spoiler leve)um segundo vilão vindo de outro planeta, por exemplo, ou "reciclar" o Brendon. Foi um bom direcionamento e enriqueceu o universo e os personagens atuais.

Na dificuldade vi alguns falando que está mais difícil que o primeiro, e eu na verdade achei o contrário. Alguns chefões tem uma curva alta de dificuldade meio inexplicável mas, como sempre, é só questão de aprender o padrão. O gameplay mais fluído ajuda muito também. Os que achei mais difíceis em si foram as lutas mano-a-mano em si, pq os chefões robôs/gigantes, por exemplo, achei todos bem tranquilos. Porém não espere um jogo fácil, assim como o primeiro, esse é um plataformer mais desafiador. Além disso, o sistema de vidas foi descartado, e agora toda vez que você morre tem a opção de continuar exatamente de onde está (porém com ao HP totalmente reduzido) ou voltar no último checkpoint (como se fosse perder uma vida igual no primeiro). Continuar de onde parou é limitado porém, como se fossem vidas. Mas assim que perder todas, a única coisa é que vc vai voltar do último checkpoint.

Em resumo, Freedom Planet 2 é um sucessor excelente e eu não poderia estar mais feliz com o resultado. Superou minhas expectativas e recomendo fortemente pra quem gosta de plataformer fast-paced. Espero ver mais jogos desse estúdio e continuar me surpreendendo positivamente.
Posted 25 September, 2022.
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0.9 hrs on record
Primeira hora jogando e... não dá vontade de continuar.

Falando primeiro das coisas boas: os controles são ok, a arte é muito bonitinha e bem feita, os puzzles são no geral bons, mas... a história é extremamante massante. Ela começa tendo um ar de interessante, mas a quantidade massiva de diálogos e info-dumps logo de início faz perder a vontade de continuar engajado com ela. Eu vejo que alguns jogos erram quando tentam ser ricos em história mas sem saber dosar momentos de gameplay e narrativa. Se você quer fazer um jogo de puzzles, ainda mais puzzles de resolução rápida - eu to na área 5 (de 7) e até agora em nenhum puzzle eu demorei mais do que 5 minutos pra resolver -, não coloque uma cutscene a cada momento. Pra isso, vc faz um jogo de visual novel, por exemplo. Não tem problema ter uma quantidade longa de textos pra ler, mas tem que saber fazer pro gênero que vc propõe fazer o jogo. Imagina que vc tá jogando uma partida de xadrez, e cada vez que vc derruba uma peça do adversário, uma cutscene de uns 2-3 minutos começa. É literalmente esse jogo.

Eu não acho que esse jogo mereça 90% de avaliações positivas até o momento, portanto vou marcar como não recomendado. Caso eu termine e mude de ideia, eu mudo essa análise. Mas por enquanto é isso.
Posted 29 May, 2022.
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6.2 hrs on record (4.7 hrs at review time)
I'm NOT doney with the funny
Posted 28 April, 2022.
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49 people found this review funny
3
2
9
10.4 hrs on record (3.7 hrs at review time)
Early Access Review
Simples. Genial.

É tipo um clicker, só que bom.
É tipo um gacha, mas sem o ônus de perder dinheiro de verdade.
É tipo um tower defense, mas você é a torre.
É tipo um bullet hell, mas sem as bullets vindo em você.
É tipo pegar o metrô na Sé as 6 horas da tarde, só que divertido e você pode destruir todo mundo que tiver aglomerando em você.

Nunca me canso da música dos baús.
Recomendo demais
Posted 12 March, 2022.
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1.1 hrs on record (0.5 hrs at review time)
Valve nunca vai perder o mojo

EDIT: Quase dois anos depois, agora jogando essa belezinha no Steam Deck. E continua perfeito.
Posted 1 March, 2022. Last edited 24 September, 2023.
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