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210.8 hrs on record (122.1 hrs at review time)
BORA ADENTRAR NESSE VESPEIRO CHAMADO HK.

Gráficos: Não tenho absolutamente nada a reclamar. Toda a arte desse jogo é espetacular. Vai desde o cenário aos NPCs e Bosses. Tudo bem desenhado seguindo a ideia do primeiro. Volto a repetir o que falei na análise do Prince of Persia - PRECISAMOS DE MAIS JOGOS ASSIM. Feitos com amor (o dinheiro é consequência desse trabalho).

Trilha Sonora/Design de Áudio: Outro ponto forte. Indo a murmúrios atrás de paredes até barulhinhos nos sinos e brejos. Se você pisar em pedra não faz o mesmo som quando pisa na madeira ou arbusto, etc. São coisas simples mas que fazem o conjunto ficar perfeito. A trilha que toca em cada cenário também é algo muito bem feito. Não consegui encontrar falhas aqui, tudo muito bem feito.

História: Nesse ponto eu tenho apenas uma ressalva. Que não é necessariamente ruim é um ponto de vista sobre isso. A história é bem construída entretanto não é amarrada. Ela segue um modelo de história cheia de mística e filosofia o que acaba fazendo as pessoas terem que ir procurar por conexões e linhas temporais em sites externos. Eu não diria que isso seja ruim apenas um ponto a ser considerado. É boa, mas precisa de ir além do jogo para entender tudo de forma mais concisa.

Jogabilidade: Seguinte, aqui temos um grande problema. Primeiramente tenho que dizer que a jogabilidade é bem responsiva e segue o mesmo ritmo de outros metroidvanias (dash, double jump, grab, etc.). E aqui infelizmente vou cutucar um VESPEIRO. Os fãs de HK. Assim como Battle Royale, Sandbox, Soulslike, Roguelike e GTA os fans de HK não aceitam falar nada sobre o jogo mesmo que esteja escancarado tais problemas, e quais são esses problemas...

... o LEVEL DESIGN. Aqui temos um problema enorme pois muitos dirão que é habilidade. Mas não é.

1°: Começando pelo respaw/check point (vulgo Banco). Estão muito longe dos bosses. Alguns argumentam que basta você traçar a melhor rota mas é aqui que mora o primeira falha, a progressão não condiz com isso. A rota só é melhor traçada no mid/late game, em resumo: não desenvolveram bem os respaws, isso faz com que você fique longas jornadas aos mesmos lugares várias vezes não por questão de exploração e sim por punição, isso faz o jogo ficar em looping, você não melhora você só fica chateado mesmo.

2° Outro ponto que leva de encontro ao Level Design são os bosses que em mais ou menos 50% dos casos vem acompanhado de mobs de inimigos menores e se não bastasse a maioria deles pula ou voa o que faz com que se desenvolva poucos dashs no solo, você passa a maior parte da luta pulando sem parar. Aqui pra mim é pior ainda pois da a entender que é um pouco falha dos desenvolvedores. Como exemplo de inimigos bons em Level Design posso citar The Infinite One de Bayonetta, Malenia de Elden Ring, Great Sage’s Broken Shell de Black Myth Wukong ou seguindo na linha de Metroidvania temos Absolute Radiance de HK ou mesmo o Vahram de Prince of Persia (esse pra mim é o melhor exemplo de um dos melhores level design de chefe que enfrentei). A questão aqui é que me parece que na falta da criatividade enfiaram mob de inimigos na cara dos players. Isso do meu ponto de vista é uma dificuldade forçada e não técnica, que ao invés de te levar ao êxtase leva a frustração. Me senti indiferente em muitos bosses. Não me entendam mau, não tenho problema com dificuldade, não me importo em enfrentar o mesmo boss inúmeras vezes, mas o level design deixou muito a desejar nesse aspecto.

Considerações finais: Silksong é um ótimo jogo que acompanha uma história interessante e metafórica, segue com uma arte impecável e uma trilha sonora muito bonita. Sua jogabilidade é sensacional porém peca no seu Level Design. Não penso que precisem de nerfar inimigos ou algo do tipo mas que fique de aprendizado para os que vierem depois que nem sempre enfiar muitos mobs na tela significa bom level design. No mais eu gostei bastante do game é um dos meus favoritos do ano. Com certeza vale a compra.

Mas agora eu vou citar aqui 10 por quês de você NÃO COMPRAR HK Silksong:

1 - Por que você trabalha e quer desenvolver no jogo ao invés de ser punido artificialmente
2 - Por que não quer enfrentar ordas de inimigos voadores
3 - Por que não quer repetir 200x o mesmo cenário para chegar ao chefe
4 - Por que não aceita um level design em que o corpo de um inimigo frágil (dano por contato) da o mesmo dano que um machado do Kratos.
5 - Por que não aceita bosses com ordas exageradas (falha de level design)
6 - Por que não quer recursos escassos early/mid game
7 - Por que não quer ficar grindando para ter acesso a um simples check point
8 - Por que não quer lutar contra um último boss com IA+RNG
9 - Por que não aceita dificuldade forçada
10 - Por que honra a ideia que o Miyazaki quis passar

E PARA FINALIZAR: QUE PREÇO BOM SENHORES. AGRADEÇA COM APLAUSOS DE PÉ A TEAM CHERRY QUE COM ESSA PRÁTICA GANHA AINDA MAIS PONTOS E CONCEITOS COM OS FÃS E JOGADORES NO GERAL.

Recomendo a compra sem medo mas saiba que é um jogo EXTREMAMENTE PUNITIVO e pior... ARTIFICIALMENTE PUNITIVO.

Nota: 9
Posted 17 September, 2025. Last edited 9 December, 2025.
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23.0 hrs on record (15.2 hrs at review time)
Split Fiction é algo inacreditável.

Gráficos: Sensacional. Construção gráfica composta de técnica combinada com uma aula de level design. Esse é um jogo daqueles que você vai se encantar com cada parte do jogo. Os modelos utilizados, as cores, os detalhes, as construções, tudo no jogo é uma pintura.

História: Aqui eles misturam simplicidade com profundidade e um MONTE, repito um MONTE de referências a tudo o que você imaginar. Que vai de filmes a animações e outros jogos. Eles brincam com Zelda, Donkey Kong, Mario, Metroid, Castlevania, Game of Thrones, God of War, Tron, Alita, Senhor dos Anéis, Harry Potter e muitas outras referências, sejam elas dos anos 80's/90's/20's e até referências mais recentes. A história principal é bem construída lembra muito filmes dos anos 90 com algumas coisas bem similares como por exemplo o bem e o mau bem divididos em suas linhas narrativas. Mesmo que bem simples a história ainda consegue ser profunda e reflexiva, nada filosófica. O fato da história ser simples é que torna esse jogo tão especial.

Jogabilidade: Aqui é a mais pura essência construída pela Nintendo só que aprimorada 100% para os dias de hoje. É algo que não veremos tão cedo no mudo dos games. É arte! São os games como deveriam ser. É a essência que um dia Super Nintendo, Mega Drive e os Arcades foram. É o ode a todo gamer que ama, gosta e se encanta por esse mundo. Depois de 20 anos estou aqui presenciando algo tão belo, bem feito e polido. Tudo surreal eu diria.

Pontos positivos: Quase todos os aspectos desse game são positivos. Vão desde a construção de personagens, a jogabilidade cativante e uma história bem construída. Mas o ponto mais positivo dele é o modo cooperativo. Novamente ressalto que é uma aula de level design, algo realmente diferenciado, produto premium, uma pérola no oceano.

Pontos negativos: Nasci e vivi para contar que é o primeiro jogo financiado pela EA que eu não consegui encontrar nenhum ponto negativo:

Considerações finais: Esse jogo é um presente para pessoas que amam jogos. É uma alegoria a verdadeira forma de se jogar que em suma é JOGAR COM SEUS AMIGOS. A diversão é a garantia máxima desse jogo que pra mim é algo surreal nesse mar de porcaria genérica que tem hoje no mercado.

> Eu só desejo aos gamers um mundo onde haverá:

...mais Split Fiction e Prince of Persia.
...menos FIFA e Assassin's Creed.

Recomendaria mesmo se fosse 400 reais. Uma obra prima do jogos.

NOTA: 10/10
Posted 18 March, 2025. Last edited 18 March, 2025.
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42.9 hrs on record
Prince of Persia The Lost Crown:

Gráficos: Ubisoft fez um ótimo trabalho aqui, a ideia de criar algo mais desenhado e artístico contribui pra uma arte muito bonita. O tempo todo o jogo brinca com perspectiva dos personagens quanto a cena, a apresentação dos bosses, o menu de skills e outras coisas. Por ser um jogo considerado por muitos AA ainda assim os gráficos são muito bonitos, capricharam no esquema de cores, expressões, etc. Certos momentos são emocionantes, realmente um grande acerto.

Jogabilidade: Bem fluída e dinâmica, mudou um pouco a ideia do padrão de Prince of Persia mas se adequa bem as gameplays mais recentes, outro ponto positivo do jogo. Não é uma jogabilidade difícil de compreender e as skills são excelentes. O design do mapa é muito bem feito e contribui pra uma jogabilidade satisfatória. É uma gameplay que não deixa a desejar em nada.

História: Muito bem construída, bem amarrada e caprichada. Obviamente não é a melhor história possível mas também não é uma história ruim. Eu diria que você se conecta bem com os personagens e tudo ali é muito bem encaixado.

Pontos negativos: Primeiramente não posso deixar de citar o tal do Ubisoft Connect que PELO AMOR DE DEUS, é uma aberração. Eu quase perdi meu save por conta disso. Alguns momentos tive o desprazer de não conseguir abrir o jogo mesmo offline. Isso pra mim é a pior parte sobre esse jogo que na verdade nem está diretamente ligada a qualidade do mesmo e sim sobre a Ubisoft.

Outro ponto negativo são os checkpoints que no início pro meio do game são um horror, poderiam ter realocado os checkpoints em lugares melhores, eu já joguei muitos metroidvanias e pra mim esse é o que mais peca em relação aos checkpoints, como tem elementos de Prince of Persia você irá se deparar com inimigos e puzzles, isso as vezes faz com que alguns acessos em alguns lugares pareçam longes demais, quando comparado com Ori, os lugares onde você precisa acessar são mais diretos. Não estou falando que puzzles ou inimigos são ruim, seria um absurdo. Mas os checkpoints se fossem melhor alocados não daria tanto essa sensação de demora para chegar em certos locais. Apenas do meio pro final do game que as coisas ficam muito mais rápidas para ir de um ponto a outro.

Considerações finais: A retorno da franquia remodulada em um gênero de jogo diferente (metroidvania) realmente ficou muito bom. O gráfico, história, jogabilidade estão maravilhosos mas a Ubisoft ainda persiste no erro do tal Ubisoft Connect. Pelo menos em relação a bugs só tive um pequeno contratempo mas nada que reiniciar não resolvesse. Um ponto forte são as várias referências a jogos passados e um ponto fraco é uma DLC que já deveria estar inclusa no jogo base. No mais achei mais um acerto que um erro esse game. Fico triste a Ubisoft fechar esse magnífico estúdio que fez esse excelente jogo, mas faz parte do mundo em que vivemos e essa correria por lucro.

Na atual data 03/2025 recomendo esse game numa promoção que o jogo fique em torno de 100/120 reais que acho um preço justo.

NOTA FINAL: 7,8/10
Posted 18 March, 2025. Last edited 18 March, 2025.
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117.6 hrs on record (107.3 hrs at review time)
Prós:

Gráficos: Alicerçado na Unreal Engine 5, Black Myth Wukong tem um dos melhores gráficos da atual geração (10/2024). Simplesmente uma pintura. Uma obra de arte. Cenários como montanhas, rios, árvores, reflexos, fios de cabelo, luzes dinâmicas, etc. Quase tudo nesse game é extraordinário.

Jogabilidade: A jogabilidade é outro ponto forte. Combos simples e variações formidáveis. Vão desde upgrades em armas até a clássica árvore de habilidades. São diversos estilos de combates baseados em espíritos coletados e bebidas que dão atributos como dano crítico, recuperação de mana e vigor. Tudo é bem fluído e fácil de aprender.

História: A história também é um ponto forte em Wukong. Baseado no romance chinês clássico Jornada ao Oeste, faz desse game em 2024 um dos mais incríveis de se jogar. A história conta contos de Deuses, entidades e mitologias. Um conto bonito e bem amarrado.

Contras:

Gráficos: Assim como seus pontos positivos tem como base os gráficos, jogabilidade e história pode se dizer que também são seus pontos negativos. Aqui nos gráficos o ponto negativo se trata de elementos no cenário mau renderizados e a tal parede invisível. É bizarro que dentro da direção artística terem optado por colocar paredes invisíveis em pleno 2024. Obviamente não é algo que faça com que o game perca seu brilho mas é algo que tira um pouco da dinâmica de jogo.

Jogabilidade: Outra observação que deve ser levado em consideração nesse game são quanto a hitbox dele. Algumas vezes nos pegamos errando um ataque que claramente deveria ter acertado. Comparado com a hitbox de jogos como Elden Ring por exemplo, Wukong deixa um pouco a desejar.

História: Aqui temos poucos pontos a destacar apenas algumas ressalvas. Por se tratar de uma história baseada em um conto clássico chinês faz com que para se extrair 100% desse conto o ideal seria nos aprofundar na história oficial de Wukong uma vez que é uma história longa com diversas informações importantes retratadas em livros, séries, filmes. Também não acho que isso seja um ponto para menosprezar esse excelente game, mas é uma observação a ser levada em consideração.

Considerações finais: Mesmo com algumas ressalvas eu indicaria com certeza Black Myth Wukong, simplesmente um excelente jogo dessa geração. Gráficos extraordinários moldados na Unreal Engine 5, uma jogabilidade satisfatória e uma história bem contada. Um grande jogo para ser lembrado.

NOTA: 8,8 / 10
Posted 21 October, 2024.
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4 people found this review helpful
12.3 hrs on record
Prós:

- O gráfico é um dos pontos que chama a atenção no game, simples bonito e bem feito o jogo conta com algumas passagens dignas de uma boa screenshot.
- Jogabilidade é simples e fácil assim como em Limbo. Não há bugs que comprometam a mesma, não há falhas na locomoção no personagem.
- O preço é agradável. Não é um preço abusivo se comparado com alguns outros jogos indies.

Contras:

- É um jogo bem curto, na segunda vez demorei menos de 2h para finalizar.
- Os puzzles são bem fáceis.

> Em resumo eu indicaria INSIDE sem pensar duas vezes. A empresa criadora do fantástico LIMBO, acertou em cheio mais uma vez em um jogo de ambientes sombrios com temas de diversas interpretações e com uma jogabilidade fácil, apesar dos puzzles serem mais fáceis que LIMBO (na minha opinião) e a trilha sonora ser bastante rasa o que até faz sentido pois o game tem ambientação e temas sombrios, elementos esses não atrapalham em nada a experiência com o game que é fantástica e dependendo do usuário fará pensar sobre algumas coisas baseadas em zona de conforto, existência, manipulação, etc. Tudo isso se mistura com um preço agradável e respeitoso ao consumidor final. Recomendo fortemente.

Note: 9,5 / 10
Posted 23 November, 2017.
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1 person found this review helpful
981.6 hrs on record (403.3 hrs at review time)
Prós:

- Devido ao hype em cima do game e a massa de streamers que popularizaram o mesmo, fez com que a comunidade do game crescesse e como consequência disso não se espera no Lobby por muito tempo para se encontrar uma partida. A partida é encontrada quase instantaneamente.
- Apesar de bugs constantes percebe-se uma dedicação da equipe por trás do game, é muito comum ver atualizações na tentativa de correção de bugs e erros.
- Existe prazer em jogar de squad (de preferência com os amigos), o jogo é bem competitivo e bem elaborado, a mecânica que foi criada e a forma que foi executada deixa o jogo mais atrativo.
- O jogo conta com um sistema de 'upgrade' em armas. O recuo de uma arma é facilitada quando se obtem os equipamentos dela. Você pode pegar uma cobertura no próprio veículo, pode explodir eles ou mesmo furar seus pneus, pode atropelar os jogadores, pode camuflar em uma granada de fumaça ou um arbusto alto, pisar de sapato é mais alto que pisar descalço, dentre outras coisas interessantes. O jogo foi bem pensado quanto alguns detalhes minuciosos.

Contras:

- Erros de renderização são os erros mais grotescos. Ainda que lancem patches de correção o jogo conta com milhares de bugs desse tipo.
- A otimização é um dos pontos que deixam a desejar em PuBG, além de consumir muita VRAM, ainda conta com quedas que não são comuns em alguns jogos, algumas quedas chegam a 30 fps dependendo da placa usada.
- Os cheaters desse jogo incomodam apesar de que eliminaram muitos deles em umas atualizações recentes. Em alguns momentos é frustrante perder pra cheater em 3° ou 2° lugar. Geralmente se encontram cheaters vindos da China.
- Os chineses nesse jogo são pontos negativos também. A cultura e as leis seguidas no oriente não são as mesmas daqui, logo é muito comum você ver chineses tóxicos ou hackers, a quantidade de players de lá diminuíram entretanto aparecem alguns para incomodar, obviamente que essa atitude não são de todos, mas na maioria se vê algo do tipo.
- Os bugs e crashs constantes atrapalham algumas vezes, fazendo talvez você cair mais demorado do avião ou ser derrubado por um veículo, cada dia se descobre algum bug diferente. Alguns crashs e erros de renderização podem ser resolvidos com um SSD, por ser um acessório muito caro no momento não acho que vá valer a pena comprar um SSD apenas para jogar PuBG mesmo que esse vá servir para outras coisas.
- A física do jogo é falha principalmente quando se trata dos veículos. Você pode sobreviver a uma queda de uma colina muita alta ou morrer ao passar em um pequeno barranco. Às vezes não se trata de descuido e sim a física atrapalhando o jogador a desenvolver durando o game.
- A falta de uma patente ou elo para nivelar o game atrapalha jogadores menos experientes ou novos. Você pode enfrentar um streamer com PC de última geração e com uma experiência vasta no game, tendo você apenas poucas horas de jogo.

Obs: Observei algumas críticas vazias relacionadas à gameplay da comunidade e acho injusto negativar o game por isso. Muitos reclamam por causa de pessoas que camperam e acredito que isso não é pré-requisito para negativar um jogo. A 'camperagem' nesse jogo faz parte, pois o jogo se trata de um Battle Royale, logo, o interessante não é sair 'rushando' e tentando matar tudo, mesmo que matar faça parte do game. Outrora sobreviver é importante e essas coisas são relativas. CS tem suas características, R6 tem suas particularidades, L4D também, Overwatch também, etc. Cada jogo se deve jogar de um jeito e o famoso ‘rush’ não é uma característica comum em PuBG.

Recomendado? É lógico que não. Pois o jogo precisa melhorar principalmente na otimização, bugs e no combate a hackers. Por se tratar de um game com foco no multiplayer, espera-se no mínimo isso, pelo menos vindo de mim.

*OBSERVAÇÃO: ATUALIZADA ANALISE E NOTA. O JOGO ATUALMENTE ESTÁ MUITO MELHOR QUE NO PASSADO. DE QUANDO FIZ A ANÁLISE ANTIGA.

Note: 8,3 / 10
Posted 28 June, 2017. Last edited 20 December, 2021.
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1 person found this review helpful
3,629.3 hrs on record (3,106.9 hrs at review time)
CS:GO Review
Counter Strike: Global Offensive

Jogabilidade: A Valve sempre soube trabalhar com a jogabilidade dos jogos de FPS. A compra inicial de armas é excelente. O recuo das armas não são tão reais mas são boas já que se trata de um jogo de parâmetros rápidos. A mecânica que a Source trás é algo muito fluido.

Gráficos: O jogo não tem os melhores gráficos da indústria e nem segue esse nicho pois desde o CS 1.6 foi um jogo adaptado para o E-Sport, ele sempre foi um jogo leve e não é de se esperar que acompanhe o ritmo da indústria dos jogos do gênero. Para mim os gráficos são bons e agradáveis e bem adaptados para a maioria das placas de vídeo. Foi uma ideia de um jogo criado para durar muitos anos e focado no multiplayer cooperativo que convenhamos foi muito bem executada.

Prós:

- Uma das melhores jogabilidades de um FPS já criado na história.
- Durabilidade dos servidores da Valve e comprometimento da mesma relacionado ao game.
- Atualizações constantes.
- Alto nível de competitividade.
- Respeito as tradições dos anteriores.
- As transmissões de E-Sport via streaming no painel do próprio game.
- As skins vendidas separadamente, que obviamente não atrapalham em nada o gameplay, já que não adicionam atributos ou melhorias as armas, como diz a própria tradução literal do nome skin, ou seja, apenas adiciona uma 'pele' a arma.

Contras:

- O multiplayer online conta com algumas coisas que irritam como por exemplo o uso de softwares adicionais como VoIP no sistema de jogo Casual, uma vez que todos possam ser vistos as posições dos jogadores podem ser contadas no VoIP. É um ponto negativo no divertimento do gameplay que não abaixa a qualidade do game mas irrita.
- O uso de hack por parte da comunidade. Não são tão frequentes quanto aos servidores de outros jogos populares, mas existem milhões espalhados pelos servidores, sempre se esbarra com um ou outro. Claro que o game não pode ser avaliado baseado no hackerismo das pessoas, a Valve se compromete em acabar com essa prática, mas é um obstáculo de longa data.
- Algumas atualizações desnecessárias que implementam idiotices ao game. As skins já deixam o jogo bem colorido e devemos lembrar que não estamos jogando Team Fortress e sim Counter Strike.


Minha nota: 9.0 / 10
Vale a compra: Sim, principalmente nas promoções da Steam,
Voltaria a jogar: Muitas vezes.
Posted 1 January, 2017. Last edited 4 September, 2018.
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2 people found this review helpful
50.0 hrs on record (48.7 hrs at review time)
Shadow of Mordor

Jogabilidade: Boa. O jogo conta com um sistema rápido de batalha, nada se comparado com os games do tipo Hack'n Slash mas é satisfatório para o modelo do game que é Aventura/Mundo-Aberto. O uso de algumas skills ajuda a controlar bem a jogabilidade.

Gráficos: Game bem adaptado. Jogado em uma R9 270x se saiu bem. Os gráficos são bonitos e o jogo de cores e sombreados do game me lembraram o que tem de forte nos filmes do Senhor dos Anéis: o cenário. Os Orcs também ficaram bem desenhados.

História: É contada com maestria a história de Celebrimbor um dos Elfos mais poderosos do universo de Tolkien. A história não se perde, mas senti que o final poderia ser um pouco melhor. Algumas frases de efeito de Celebrimbor fazem a história ficar ainda mais intrigante dentro desse ambiente que retrata os livros.

Prós:

- Respeito ao se tratar de um universo de Tolkien, trazendo uma história bem desenvolvida.
- São legais matar os Orcs, por se tratar de um jogo de mundo aberto a matança acaba agregando mais ao game, uma vez que você sente vontade de assassinar os generais.
- Jogo bem traduzido e com excelente dublagem.

Contras:

- O jogo é fácil demais.
- Confrontar o último chefe não tem a graça que deveria ter.
- As side missions não são muito interessantes.
- Achei a variedade de side missions pequenas. Por se tratar de um mundo aberto as variedades de quests e missões deveriam ser maiores e mais dinâmicas como por exemplo em The Witcher.


Minha nota: 7,9 / 10
Vale a compra: Sim
Voltaria a jogar: Sim
Posted 1 January, 2017. Last edited 1 January, 2017.
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1 person found this review helpful
480.9 hrs on record (469.8 hrs at review time)
Mortal Kombat 9

Jogabilidade: Muito fluida. O sistema de combos segue no estilo de games passados e o modelo de defesa entra algumas características de jogos atuais. Alguns combos bem executados dão muito dano e alguns personagens são desbalanceados.

Gráficos: O gráfico é bonito e o jogo é bem portado. O jogo não tem quedas constantes de frames e rodou perfeitamente em uma HD5770.

História: A estrutura da história segue a linha de Mortal Kombat, explica várias coisas com clareza e faz referências. Na minha opinião é uma ótima história se tratando de um jogo de luta. O desfecho é sangrento e impolgante, me lembra um modelo de filmes antigos de Hollywood.

Prós:

- Jogabilidade muito fluída.
- Jogo é leve e roda bem mesmo em placas mais antigas.
- A história uma vez sendo de um jogo de luta é bem interessante.
- Novo sistema X-Ray implementado.
- Fatalities respeitando o modelo clássico do game. Bastante crueldade, como os mais antigos fatalities.

Contras:

- Desbalanceamento de personagens.
- Na época o sistema de multiplayer online era precário e tinham poucos players.


Minha nota: 7,5 / 10
Vale a compra: Sim
Voltaria a jogar: Sim
Posted 1 January, 2017.
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2 people found this review helpful
78.0 hrs on record (75.8 hrs at review time)
Rise of the Tomb Raider

Jogabilidade: Agradável. Não é uma das melhores mas não deixa a desejar. A câmera rotaciona bem. Melhoraram a sensibilidade se comparado ao primeiro.

Gráficos: Funciona bem e é muito bonito mesmo nas configurações médias. A queda de frame acontece em campos mais abertos que exigem mais da placa. Em uma R9 270x rodou entre 30 ~ 60fps no médio e 30 ~ 40fps no alto com alguns raros efeitos desabilitados e um bom antiserrilhamento em 1080p.

História: Um pouco clichê mas nada que atrapalhe a beleza da mesma. O tema é um pouco polêmico o que torna mais interessante. A descoberta do último chefe é bastante previsível, da pra saber quem será na metade do game.

Prós:

- A jogabilidade é um ponto positivo se comparada ao primeiro game.
- O sistema de upgrades ajudam as pessoas que não tem muita facilidade com o estilo do game, porém ao meu ver não é tão necessário para que se termine o game, ao menos os upgrades secundários não são.
- A história é interessante, porém há elementos clichês frequentes.
- Algumas referências e homenagens a games anteriores também são um ponto positivo.
- Os gráficos são maravilhosos e o porting foi bem realizado.
- Os desafios e o modo de sobrevivência tornam o game um pouco mais desafiador e relembram um pouco a dificuldade dos games mais antigos da mesma franquia.

Contras:

- Alguns bugs grotescos.
- A Lara não cala a boca no game, isso torna o game um pouco chato para se resolverem puzzles, ela fala o que você tem que fazer o tempo inteiro.
- O vendedor de equipamentos é totalmente descartável.
- Os upgrades tornam o jogo extremamente mais fácil do que já é.
- A inteligência artificial dos inimigos são ridículas.
- O jogo apelou muito pro modelo em que Uncharted é forte, a ação. Para fãs mais antigos como eu, isso poderá levá-lo talvez a pensar como eu pensei: uma descaracterização do game, que tinha um forte sistema de puzzle ao invés de ações e explosões.
- Os puzzles são muito fáceis, assim como o game ao todo é fácil, desabilitei todos os tutoriais e coloquei o jogo no modo Sobrevivente (penultimo modo), ainda assim fiz 94% do jogo com muito facilidade.
- As DLCs são desinteressantes.

Minha nota: 7,8 / 10
Vale a compra: Sim, mas compraria sem as DLCs
Voltaria a jogar: Sim
Posted 1 January, 2017. Last edited 1 January, 2017.
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Showing 1-10 of 13 entries