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17.1 hrs on record
Eu tenho para mim que todos os jogos da Double Fine carregam um carinho absurdo, e Psychonauts é a prova viva disso. É aquele tipo de jogo que te pega de surpresa, te faz relembrar a infância, mas ao mesmo tempo te entrega uma experiência não é apenas nostalgia, pra mim, Psychonauts é o LITERAL vídeo game, é algo criativo, divertido e especificamente com uma identidade própria que poucos conseguem ter. (sim isso foi uma crítica direta para jogos que focam em ser realistas "UE5")

O que mais me impressiona é como ele consegue misturar gêneros e entregar algo único. As mecânicas de plataforma e combate são boas, muitas vezes até desafiadoras, teve momento que eu dei rage real por errar e morrer em partes meio injustas. Mas no fundo é isso que dá sabor ao jogo de plataforma em si, porque sem dificuldade não seria o mesmo. Ainda assim, o jogo consegue equilibrar isso com momentos leves, engraçados, e a possibilidade de pedir ajuda para o doutor a qualquer hora é uma mecânica muito bem feita e que da pra explorar muito bem.

Visualmente, o jogo é um cartoon psicodélico, com cenários que parecem saídos direto da mente de alguém que não tem medo de arriscar, cada nível tem uma identidade própria, é como se você estivesse jogando dentro de um episódio de desenho animado dos anos 90. Em vários momentos me lembrou Grim Fandango, tanto no estilo quanto no cuidado com os detalhes. E por mais que seja de 2005, o jogo envelheceu bem justamente porque apostou em uma estética atemporal.

A narrativa é outro ponto que me surpreendeu. No começo achei o Razputin um personagem sem graça, genérico até, mas em poucos minutos esse moleque já tinha me conquistado. Ele é carismático, curioso, cheio de energia e se encaixa perfeitamente no tom da aventura. O jogo todo é cheio de personagens únicos, cada um com sua própria história, trauma e jeito de enxergar o mundo. E aí vem o que considero o ponto mais genial de Psychonauts, que é o fato de entrar literalmente na mente das pessoas, talvez isso não seja nada demais para vocês até porque o jogo é meio qeu sobre isso, mas para mim é algo genial, porque cada mente que exploramos revela os medos, dores e segredos e muito mais sobre os personagens, o que faz aquele preconceito que tinhamos sobre o personagem sumir completamente.

E nisso o jogo não tem medo de ser sério quando precisa. Ele fala de traumas, tristeza, memórias reprimidas, mas sem nunca perder o tom leve do seu estilo cartunesco. A personagem que mais me marcou foi a Milla, e acredito que pra muita gente também. Não vou dar spoiler, mas só digo que a história dela mostra como Psychonauts consegue ser muito mais do que um “joguinho de plataforma”.

Sobre o humor, é importante dizer, Psychonauts faz piadas muito à frente do seu tempo em alguns momentos, mas também tem piadas que não seriam bem aceitas hoje. É algo que eu relevei por ser um jogo de 2005, um reflexo de outra época, mas ainda assim mostra como a mídia dos games também carrega marcas culturais do seu tempo.

Poucos jogos conseguem me prender a ponto de terminar e pensar: "cara, eu preciso jogar a continuação agora". Psychonauts fez isso comigo.

Esse jogo me lembrou de algo, ele me lembrou o que é videogame também é arte.

Nota Final: https://backloggd.com/u/juniodevs/review/3299099/
Posted 30 August, 2025.
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2 people found this review helpful
9.7 hrs on record
Metro 2033 Redux é genial, ainda mais quando você tenta linkar referências fora do jogo. Esse jogo me fez pensar muito, culturalmente, senti uma inspiração forte entre ele e Stalker de Andrei Tarkovski. Para mim isso é provado (com base em porra nenhuma), já que é um jogo militar baseado em um livro, e com certeza nesse livro pode ter referências a Stalker do Tarkovski ou ao livro no qual ele é baseado, Roadside Picnic. Metro 2033 Redux tem mecânicas boas para um FPS normal, animações excepcionais, por se tratar de um Redux, acho que fizeram um bom trabalho (obs: nunca joguei a versão original para comparar). As animações, gameplay e tudo mais foram interessantes o tempo todo, as cutscenes em primeira pessoa e as situações foram muito bem trabalhadas.

A coleção de armas também é interessante, focando sempre nas armas feitas pela URSS, o que é uma acurácia histórica que é bem legal. O jogo é complexo de entender, a luta psicológica de Artyom é algo que achei muito interessante. Quando você entende para onde correr, para onde ir, tudo começa a fazer sentido. A batalha final contra aquele monstro...

Agora, o visual é onde o jogo realmente brilha e me faz lembrar muito de STALKER de Andrei Tarkovski. A atmosfera sombria, suja e opressiva dos corredores do metrô e das ruínas me lembrou muito o filme de Tarkovski (pode não ser diretamente tirado daqui, mas vou fingir que sim pois amei isso). A mistura de radiação, ruínas e criaturas mutantes também é um reflexo claro da mesma influência. Enquanto STALKER tem aquele clima de solidão existencial nas zonas contaminadas, Metro 2033 consegue emular isso de forma muito bem feita, criando uma sensação de desespero constante. O design de ambientes, a iluminação e até mesmo o modo como a câmera se comporta em certos momentos (como se o personagem estivesse realmente sobrecarregado com a situação) é genial e imersivo.

O jogo também tem um background denso, que mostra muito sobre lutas psicológicas, físicas e redenção. Esse jogo é surreal, recomendo demais.


E no final, aquele monstro que Artyom enfrenta... dá um toque de surto mental com a ideia de que ele está realmente lidando com sua própria luta interna, e o próprio jogo trabalha com isso o tempo todo. Um perfeito paralelo entre a realidade e a paranoia de um mundo pós-apocalíptico, sem contar que o jogo te faz questionar o que é real e o que é só parte da mente do Artyom, o que é foda pra caralho.
Posted 14 August, 2025. Last edited 14 August, 2025.
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3 people found this review helpful
11.1 hrs on record
Entropy Zero 2 é aquele clássico game de fã pra fã, meus amigos. Essa história é CINEMA, de verdade. Já falando da parte técnica, exemplos como backtracking, a adição de novas mecânicas na Source engine (isso é absurdo, sempre me chama atenção nesses jogos), e o voice acting em inglês, que é absurdo, o fato deles mexerem com lixo nuclear e adicionarem novas criaturas baseadas nisso... A mecânica da bomba da Aperture foi genial.

Os momentos de terror me deixaram de queixo caído de verdade, colocar a Aperture Laboratories dentro do jogo, foi algo como "eu não sabia que precisava disso até eu ver como meus próprios olhos", Esse jogo começa com aquela pegada Half-Life e, logo depois, vira um Portal, pra no final voltar de novo pra Half-Life. Isso foi foda pra caralho. Um fanservice absurdo, e bem feito pra caramba.

Como um jogo Half-Life, não podiam ter deixado de adicionar um cliffhanger absurdo. Mesmo sem sabermos se vai ter uma continuação, me impressiona demais a capacidade dessa galera de criar histórias novas. Toda vez que jogo algo feito por fãs, fico com aquele sentimento de "quero mais". Espero que Entropy Zero 3 seja lançado um dia.

Uma parada que achei extremamente perfeito foram as linhas de diálogos com o Wilson. O fato de, caso ele não tenha sido levado por nós, os diálogos não iriam acontecer... Isso foi um putaa detalhe. Os devs jogaram alto nisso, fazendo duas versões: uma onde o Wilson vive e outra onde ele é deixado pra trás.

Jogar na pele de um Combine é cruel, por dois motivos: o primeiro é o fato de ter que matar os revolucionários, isso dói na alma, total. O segundo é que, a todo momento, você sabe que está sendo usado, mas o personagem não transparece isso, onde só vai acontecer chegando no final do jogo.

Entropy Zero 3 deve ser algo revolucionário, o fim da trilogia deve ser uma revolução. Isso é o que eu espero desse jogo, e espero que haja uma redenção.

Entropy Zero 2 é surreal, me surpreendeu tanto quanto o primeiro.

Para os BRs que querem jogar no Workshop, tem uma tradução feita por mim e uns amigos. <3

RIP Wilson
Posted 3 August, 2025.
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12.6 hrs on record (11.5 hrs at review time)
ESSA ANÁLISE TAMBÉM PODE CONTER UM POUCO DE SPOILERS, FIQUE LIGADOS.

Então amigos, irei resumir esse jogo em poucas palavras, POSTAL 2, é basicamente uma jornada espiritual em que você começa com a missão de pegar uma caixa de leitinho, mas o que realmente está em jogo é a busca pela GNOSE, você anda em direção ao desconhecido, na verdade uma caminhada para transcender e alcançar o estado de nirvana, enquanto os NPCs com seus olhares vazios te observam como se estivessem tentando entender a própria existência, você acha que está só fazendo uma missão qualquer, tipo matar um bando de reacionários que são contra vídeo games violentos, mas na real você está quebrando as barreiras do tempo e espaço enquanto ouve um indie fudido barato (Lupe de Lupe) no fone e chega em um estado nunca visto antes, tudo isso ao som que ninguém conhece ou entende, porque é isso meu amigo, a transcendência não está em seguir as regras, está em quebrar o sistema e começar uma revolução a qualquer momento

E as missões, sim elas não são só missões, são rituais de iniciação, como aquela de ir até o supermercado para comprar um leitinho gostoso, o que você não sabe é que esse ato banal é na verdade, um despertar espiritual, uma emanação fractal do absoluto aprisionado na maquinaria ilusória da matéria regida pelo Demiurgueto da Silvazeto, nada faz sentido e, ao mesmo tempo, tudo faz, como se você estivesse participando de um livro de autoajuda barato (A Sutil Arte de Ligar o F*da-Se: Uma estratégia inusitada para uma vida melhor (SPOILER KKKKKK sua vida vai continuar uma merda meu amigo)) enquanto aquele indie barato toca de fundo e você se pergunta: “Por que estou fazendo isso? O que é a vida, senão uma eterna busca por algo que nem sabemos o que é?”, kkkkkk porraaaaaaaaaaaaaaaa essa foi foda

Podemos notar que naquele assalto ao banco é uma manifestação que se mistura com o seu desejo de ser mais do que um simples ser humano tentando comprar a porra de um maldito leite de saco quente, você não está só saindo para pegar o dinheiro, você está desafiando a ordem cósmica, testando o sistema enquanto sua cabeça gira e você tenta alcançar algo além da realidade, tentando escapar das engrenagens do Arcontinho Da Silva

DEUS ME OUÇA, que nesse corte de gastos da empresa eu seja o primeiro nome na lista, pelo amor de tudo que é sagrado e profano, me elimina dessa empresa, eu imploro, eu suplico, me deixa ir embora com dignidade antes que eu vire um fragmento de mim mesmo, antes que eu me torne mais uma engrenagem quebrada na maquinaria ilusória da matéria que chamam de “ambiente de trabalho saudável”

A missão de ir buscar o pacote, a porra daquele pacote, essa porra não é uma tarefa simples, mas não é, nada nesse jogo é simples, você não está só buscando um pacote, OFFTOPIC: BEBAM ÁGUA e USEM CAMISINHA, AQUELA CENA QUE ELE COMEÇA A MIJAR ÁCIDO FOI AGONIANTE, voltando aqui, imagina que você trabalha 8 a 12 horas por dia, para no fim do dia perceber que aquilo tudo foi para as grandes corporações, controladas por Imbecis Eternos: Yaldabaoth da Varginhópolis, Saklas da PirocicabaPicamoles e Samael do Alphaville.

E PORRA, TUDO ISSO enquanto Lupe de Lupe toca no repeat e você se pergunta: “Eu sou o único ser livre aqui ou estou preso em uma bolha de normas sociais e expectativas que não me pertencem?”, e nesse momento, uma lágrima desce, não de tristeza, mas de descompressão do real, você começa a lembrar que era um ser de luz no Pleroma e que foi jogado aqui por engano.

E no fim, quando você começa a destruir tudo, é uma revolução existencial, uma quebra de paradigmas, você não está destruindo o mundo, você está destruindo a si próprio, enfrentando a si mesmo, porra vai pra terapia mano, POSTAL 2 não é sobre matar por diversão, é sobre questionar a realidade, transcender e despertar.

Na minha percepção esse jogo é como um indie barato que toca enquanto você se perde na solidão, eu sei que você está pensando: “Ah, é só um jogo bizarro, não tem profundidade nenhuma, atirando para todos os lados e ofendendo qualquer tipo de minoria", não vou mentir, é tipo isso, mas foda-se né? foda-se, enquanto isso a PORRA daquele shoegaze indie barato (lupe de lupe) toca na porra do teu fone, então eu penso mais uma vez, tenho que zerar esse jogo de novo

Acho que essa experiência é bem única, enfim, pode comprar, viva os jogos Indies <3
Posted 28 July, 2025.
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5 people found this review helpful
0.9 hrs on record
polimento e boas práticas, é isso que esse jogo precisa, joguei e zerei com uns amigos em call, cara, é um jogo até que legalzinho, mas cheio de bugs e como já falei, falta muita boa prática, o criador parece ter feito o jogo como um de seus primeiros projetos e tals, montou o game e lançou, não tô reclamando disso, pelo contrário, é até foda ver alguém fazer algo assim sozinho, mas o jogo já tem anos e continua com os mesmos bugs, isso pesa demais, dava pra ter polido melhor, dava pra ter aplicado essas práticas com o tempo, enfim, não recomendo esse game, a história é bem previsível, não chega a ser ruim, mas é previsível pra krl, claramente bebe muito de Silent Hill 2, mas sem entregar o mesmo impacto

https://youtu.be/SFcd01gLucg
Posted 8 July, 2025.
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12.9 hrs on record
Jóia perdida no mundo dos games. Recomendo demais esse jogo, me fez quebrar a cabeça de um jeito absurdo. Com certeza é aquele tipo de jogo feito pra vender revista na época, cheio de puzzle difícil pra porra, mas fora isso, é um jogo do caralho: trilha sonora impecável, ambientação única, e ainda passa uma mensagem top que te faz refletir sobre a vida e a morte.

Os trabalhadores não têm nada a perder em uma revolução comunista, a não ser suas correntes.
Posted 3 July, 2025.
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10.2 hrs on record (10.1 hrs at review time)
Jogar Bully no PC é a pior experiência que você pode ter. Esse jogo é extremamente mal otimizado, e você precisa instalar patch por fora, feito por fã, pra conseguir fazer o jogo rodar minimamente bem. Aí você me pergunta: “por que caralhos você recomenda esse jogo então?” porque o jogo continua sendo bom.

Bully usa muita mecânica primordial dos jogos da Rockstar, dá pra ver claramente sistemas de combate que lembram The Warriors, tem missão stealth, tem um mundo consideravelmente grande pra explorar e o melhor, esse jogo foi um dos primeiros da Rockstar a usar o sistema de reputação, que mais tarde virou padrão em vários jogos da empresa, e olha que é um jogo de 2006.

Não recomendo comprar esse jogo por preço cheio, jamais. Na promoção, até vai. Mas talvez, e só talvez se um dia a Rockstar lançar um patch decente (o que não vai acontecer)

A história do jogo é cinema, vemos a ascensão, queda e redenção do careca Hopkins. Já zerei essa porra umas 6 vezes e sempre descubro algo novo na lore. Tem coisa ali que a galera nem percebe.

No fim, Bully é um ótimo jogo retrô, principalmente pra quem curte essa pegada de várias facções (não se compara com The Warriors mas ainda assim é bom).

Não vou mentir: tem momentos que o jogo é doentio. MUITO doentio mesmo. Isso explica os processos que meteram em cima dele na época.
Posted 9 May, 2025.
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10.2 hrs on record (9.4 hrs at review time)
Zerei a primeira vez Max Payne 3 no meu antigo PS3, isso faz mais de 10 anos, pqp.

Sempre fui apaixonado pela história do Max Payne, mesmo a galera falando que o 3 não é bem como os anteriores. Mas esse game tem um espaço do caralho na minha prateleira.

Ele tenta fazer um Brasil, e como sátira, até que é boa, mas não vou mentir que tem uns estereótipos muito fudidos. Ainda assim, a Rockstar sempre fez sátira em tudo, então não é surpresa.

A dublagem é triste, parece que nem se esforçaram. Os caras falando português com sotaque ♥♥♥♥♥♥, chega a dar vergonha. Tem uns que até passam, mas no geral é uma merda

Agora, falando sério: a história e a gameplay são puro cinema. Dá pra ver que esse jogo foi um teste pro GTA V, até porque a Rockstar costuma fazer isso direto. E mano, eu recomendo Max Payne 3 sim. A história tem cerca de 10 horas, então se pegar em promoção vale muito a pena. Só não pegaria por preço cheio hoje em dia, porque sinceramente, não vale.

O multiplayer eu só joguei na época do PS3. Hoje nem sei se ainda tem servidor, mas era legalzinho até.

Espero que o remake de Max Payne 1 + 2 tenha uma gameplay parecida com essa. Esse jogo me impressiona até hoje. Só acho que ele poderia ser um pouco maior também. A história não parece ser rushada, mas talvez um conteúdo adicional teria deixado o jogo ainda mais completo.
Posted 4 May, 2025.
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37.3 hrs on record (1.6 hrs at review time)
essa buseta de jogo não deixa eu transferir a buseta do meu personagem

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se fuder lançando sa merda de jogo prometendo melhorias que de melhorias teve porra nenhuma
Posted 10 March, 2025.
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104.2 hrs on record (64.2 hrs at review time)
Skyrim sempre foi um jogo que despertou minha curiosidade, mas nunca tinha me aprofundado de verdade até agora. Já tinha tentado jogar algumas vezes, mas foi quando decidi mergulhar de cabeça que tudo mudou. Me impressionei demais! Passei boa parte do jogo com a Bloodskal Blade, uma espada simplesmente foda, que recomendo pra karalho.

Uma das coisas que mais me surpreendeu em Skyrim é a quantidade absurda de facções e grupos. Cada um deles tem suas próprias missões e histórias, tudo interligado de uma forma surreal. Os roteiristas mandaram bem demais ao criar um universo tão cheio de conteúdo. Se você curte narrativas gigantescas e um mundo que se sente vivo em cada canto, esse jogo é pra você.

Claro, nem tudo é perfeito. As dungeons podem ficar repetitivas, e isso é o que, infelizmente, me fez dar uma pausa antes de alcançar novos ápices na minha jornada. Mas vale lembrar que os puzzles, mesmo usando sempre as mesmas figuras, tentam se "inovar" e realmente fazem a gente parar pra pensar. Ler aqueles livros repletos de enigmas é uma experiência que vale cada segundo de neurônios queimados

Não posso deixar de falar da trilha sonora, é surreal! Cada música é tão marcante que, se você ouvir futuramente, vai saber na hora que é de Skyrim.

A comunidade faz esse jogo viver até hoje com os mods, criei um novo save só para testar algumas novidades e, sinceramente, é surreal ver o que a galera consegue fazer com esse jogo. Mesmo com a Bostosoft tentando acabar com isso metendo microtransações num jogo singleplayer.

Se você curte histórias gigantescas, mundos abertos, recomendo Skyrim pra caralho. Mas se você está em busca de um jogo curto e sem complicações, pode tirar da lista, pretendo voltar com meu save e, quem sabe, encarar o desafio de chegar aos 90% ou até mesmo 100%
Posted 14 February, 2025.
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