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Bayern, Germany
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a erguer o cálice onde a carne implora na porta.
Ó Zoio, eu te desafio a caminhar entre os pilares do sagrado,
ubi lux defecit et spiritus moritur, onde o véu se parte.
Olhos Azuis, eu te desafio a entoar o cântico da queda,
quando o sino de Tenebris soa e o mundo já não responde.
Eu te desafio, ó Zoio, in tenebris profundas,
ubi vox est ignis et caro labefacta est.
Eu te desafio, ó Zoio, na sombra que não cessa,
ubi sacrum involvit et profanum osculatur.
Zoio, te desafio a abrir o antigo livro de pergaminho,
onde o verbo foi ferido e o silêncio é caminho.
Zoio, te desafio a saltar sobre as cinzas do altar,
domus inferna sussurra na bruma que cobre os olhos.
Everson Olhos, te desafio a ofertar teu nome ao véu,
in nomine mortis et aeterni, quando tudo se vira altar.