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12 people found this review helpful
29.5 hrs on record (16.7 hrs at review time)
Pragmata é um jogo incrível. Ainda estou no processo de zerar ele. mas sem medo nenhum posso afirmar que o jogo vale cada centavo.

A jogabilidade diferenciada, com uma mistura de ação e puzzle durante o combate. Os diversos tipos de armas, buffs e passivas.

E também tem a customização que não é tão grande, mas já é uma quantidade legal para variar a aparência dos personagens.

Fora claro...a relação do Hugh com a Diana, que faz vc criar um carinho muito grande pelo jogo. A Diana é muito carismática e fofa e realmente faz vc querer proteger ela e ter um vínculo de pai e filha.. Souberam construir isso muito bem no jogo.

Vale apenas investir nesse jogo sem dúvidas!
Posted 20 April.
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1 person found this review helpful
20.6 hrs on record
Análise Homura Hime- 20+ horas

Se eu tivesse que descrever minha experiência com Homura Hime em poucas palavras, eu diria: surpresa genuína. Eu comecei esperando um indie competente, mas encontrei algo com muito mais identidade e potencial do que imaginava.

Desde o início, o jogo deixa claro de onde vem sua inspiração. A pegada hack and slash lembra bastante Devil May Cry e NieR: Automata, mas sem soar como uma cópia. Ele pega essa base de combate rápido e estiloso e adapta para algo mais compacto, com fases bem ritmadas e até trechos de plataforma que quebram o fluxo de forma inteligente.

Minha experiência com a gameplay

O combate é o coração do jogo — rápido, direto e satisfatório. Não é extremamente profundo como um AAA, mas funciona muito bem dentro da proposta. Cada personagem tem seu próprio estilo, o que ajuda a manter a experiência fresca ao longo das fases.

O que eu mais curti foi como o jogo varia o ritmo. Tem momentos mais intensos, com hordas de inimigos, e outros que exigem mais precisão em plataforma. Isso evita aquela sensação de repetição que muitos indies do gênero acabam tendo.

E sendo bem direto: o jogo é “redondinho”. Em cerca de 19 horas eu consegui platinar, e em nenhum momento senti que estava ali só para inflar tempo. Tudo parece bem pensado.

Personagens e estilo

Os personagens são um dos grandes destaques. O design tem personalidade, carisma e um certo charme meio caótico que combina com o tom do jogo.

E aqui vai minha preferência pessoal sem dúvida nenhuma: Ling Ling. A ideia de uma zumbi fofa já é divertida por si só, mas o jogo consegue ir além disso — ela tem presença, estilo e acaba sendo memorável dentro do elenco.

Um breve resumo da história

A história segue uma linha mais simples, mas funcional: acompanhamos guerreiras enfrentando forças sobrenaturais em um mundo que mistura ação, fantasia e um toque de absurdo. Não é um jogo focado em narrativa profunda, mas o suficiente para dar contexto e motivação às batalhas.

O foco claramente está mais na experiência do que na complexidade do enredo — e isso funciona a favor do jogo.

Minha conclusão

Pra mim, Homura Hime é aquele tipo de jogo que a gente chama de “joia escondida” sem medo de exagerar. Ele não tenta ser maior do que é, mas entrega muito bem tudo o que se propõe.

Tem identidade, tem gameplay divertida, personagens carismáticos e variedade suficiente pra te manter engajado até o final — e além, se você for atrás da platina como eu fiz.

Sinceramente? Vale muito a pena. É o tipo de indie que, com mais investimento e ambição, facilmente poderia evoluir para uma franquia maior.
Posted 13 April. Last edited 13 April.
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3 people found this review helpful
106.8 hrs on record
ANÁLISE AC SHADOWS
Depois de mais de 100 horas de jogo e com a campanha finalizada, sinto que finalmente posso falar com propriedade sobre minha experiência.

Primeiramente, preciso destacar a protagonista Naoe. Eu simplesmente adorei a personagem — e, honestamente, ela é muito diferente do que eu esperava. Antes de jogar, eu tinha receio de que ela fosse construída de forma estereotipada: aquela personagem que se impõe o tempo todo, que precisa provar constantemente que é superior, quase como uma afirmação forçada. Felizmente, não é nada disso que encontramos aqui.

Naoe é uma personagem sensível, vulnerável e extremamente humana. Sim, ela é forte e habilidosa, mas o que realmente a define são suas falhas, seus conflitos internos e o seu crescimento ao longo da jornada. É possível vê-la errando, aprendendo com esses erros e, principalmente, amadurecendo. A história consegue transmitir muito bem que sua missão vai além de uma simples vingança pessoal — trata-se também de tentar consertar um mundo corrompido, onde inocentes sofrem as consequências de disputas maiores que eles. Isso cria uma conexão emocional muito forte com o jogador. Eu realmente me importei com ela, e isso, para mim, é um dos maiores acertos do jogo.

Por outro lado, preciso falar do Yasuke. Conceitualmente, ele é uma figura extremamente interessante. Sua presença carrega um peso histórico e cultural enorme, e, no papel, ele tem potencial para enriquecer muito a narrativa. E, de certa forma, a história até consegue funcionar com ele — principalmente em momentos mais pontuais.

O problema, para mim, está na forma como ele impacta o ritmo do jogo.

Na gameplay, especialmente, o Yasuke acaba quebrando o fluxo. Enquanto a experiência com a Naoe é mais alinhada com o que se espera — furtividade, agilidade, precisão — o Yasuke segue uma proposta diferente, mais direta e menos sutil. Isso não seria um problema por si só, mas dentro do contexto do jogo, essa mudança de abordagem acaba soando desconexa. Parece que estamos alternando entre dois jogos com propostas distintas, o que prejudica a coesão da experiência.

Narrativamente, também sinto que o jogo seria mais forte se tivesse um foco maior — ou até exclusivo — na Naoe. Os conflitos internos dela, sua evolução e sua missão contra os Shinbakufu já são elementos suficientemente ricos para sustentar toda a história. Se isso fosse aprofundado ainda mais, com um desenvolvimento mais denso e talvez uma integração mais clara com os elementos clássicos da franquia, como os templários, acredito que a narrativa teria um impacto muito maior.

Aliás, esse é outro ponto importante: a sensação de distanciamento da essência tradicional da franquia. Historicamente, a série sempre girou em torno do conflito entre Assassinos e Templários. Aqui, essa identidade parece um pouco diluída. Nesse contexto, o Yasuke acaba parecendo ainda mais deslocado, porque ele não transmite essa identidade de assassino — nem em comportamento, nem em filosofia, nem em gameplay.

Dito tudo isso, é importante deixar claro: isso não torna o jogo ruim. Muito pelo contrário. O jogo é, sim, muito bom.

A ambientação é riquíssima, o cuidado com os aspectos culturais e históricos é impressionante, e a experiência geral é envolvente. Para quem sempre quis um jogo da franquia com temática japonesa, esse título entrega muito nesse aspecto.

No entanto, fico com a sensação de que ele poderia ter sido ainda melhor — mais coeso, mais focado e emocionalmente mais impactante — se tivesse apostado totalmente na jornada da Naoe como eixo central.

Mesmo com essas ressalvas, ainda é um jogo que eu recomendaria. Mas também é um jogo que me faz pensar no quanto ele chegou perto de ser algo ainda maior.
Posted 8 April.
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21 people found this review helpful
1 person found this review funny
4
205.1 hrs on record (204.5 hrs at review time)
Estou fazendo essa análise depois de ter jogado Phantom Liberty.

Cyberpunk 2077 é mais que um RPG futurista; é uma crítica mordaz à sociedade contemporânea, disfarçada de ficção científica. Ambientado em Night City, uma metrópole dominada por megacorporações, desigualdade extrema e colapso institucional, o jogo desenha um cenário onde o progresso tecnológico não se traduziu em avanços sociais. Com a chegada da DLC Phantom Liberty, essa crítica se aprofunda, abordando espionagem, manipulação geopolítica e as consequências da soberania corporativa.

A campanha principal acompanha V, um mercenário que, após um roubo fracassado, se torna hospedeiro involuntário da consciência digital de Johnny Silverhand, um ex-rockstar e terrorista antissistema. Essa relação forçada entre os dois é o coração emocional e filosófico do jogo. Johnny representa o espírito rebelde que luta contra a dominação das corporações, mas também carrega falhas humanas profundas — arrogância, egoísmo e traumas mal resolvidos. Já V, inicialmente cínico e sobrevivente, é forçado a confrontar não só sua mortalidade, mas a própria ideia de identidade.

O embate entre V e Johnny vai além de diálogos internos: é um confronto entre passado e presente, idealismo e pragmatismo, indivíduo e sistema. Essa dualidade levanta questões sobre livre-arbítrio em um mundo onde a mente pode ser hackeada e a consciência, manipulada. É também uma reflexão sobre como memórias e ideologias moldam nossas escolhas — um tema relevante num mundo cada vez mais moldado por algoritmos e narrativas polarizadas.

Já Phantom Liberty acrescenta uma nova camada política à distopia. Dogtown, o cenário da DLC, é um território isolado, controlado por um ex-militar que opera como um senhor da guerra. A trama gira em torno de Songbird, uma agente em fuga que implora pela ajuda de V enquanto é caçada pelo próprio governo. O dilema moral apresentado — entregar Songbird e garantir a própria sobrevivência ou ajudá-la e enfrentar consequências — questiona o valor da vida humana diante de interesses maiores. Essa escolha final, sombria e sem garantias, simboliza a falta de redenção típica do gênero cyberpunk.

Os temas interpessoais permanecem centrais: confiança, manipulação e a busca por empatia em um mundo frio. V forma laços com personagens quebrados, todos tentando resistir ao esmagamento de suas vontades pelo sistema. O jogo retrata como a intimidade é politizada e como até os relacionamentos são impactados por interesses externos, refletindo uma sociedade atual onde redes sociais, dados e vigilância comprometem até as relações mais íntimas.

No mundo real, as distopias de Cyberpunk 2077 não são exageros. A privatização da segurança, a desigualdade nas grandes cidades, o domínio de big techs, o esvaziamento da democracia e a crise de identidade digital são todos problemas contemporâneos. A estética “high-tech, low-life” não é mais ficção: vemos favelas sob drones, bairros militarizados, e pessoas marginalizadas por não “otimizarem” suas vidas. A tecnologia avança, mas quem realmente se beneficia?

Cyberpunk 2077 e sua expansão Phantom Liberty servem como alegorias da era moderna. Mais do que prever o futuro, escancaram o presente. Entre implantes cibernéticos, revoluções falidas e pactos morais incertos, o jogo nos convida a olhar para nós mesmos — e questionar se estamos, de fato, no controle de nossas histórias.

Posted 6 May, 2025.
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10 people found this review helpful
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611.8 hrs on record (47.7 hrs at review time)
Jogo sensacional para jogar com os amigos. Finalmente um Hero Shooter no nível de Overwatch para bater de frente com o genero frenético de ação PvP online.
Os personagens são muito bem feitos e detalhados e as partidas correm bem , com uma boa conexão.
O jogo é meio mal otimizado, mas como todos os jogos recentes, com ctz recomendaria instalar em um ssd para n ter problemas com loading e travamentos.
É um bom jogo e como é de graça vale apena dar uma testada .
Posted 13 December, 2024.
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6 people found this review helpful
1
0.3 hrs on record
Jogo nacional que parece promissor. Com uma gameplay bem gostosinha. Vamos dar apoio ao mercado brasileiro de games gente!
Posted 13 March, 2024.
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36 people found this review helpful
1 person found this review funny
2
1,063.0 hrs on record (164.4 hrs at review time)
Capcom finalmente trouxe uma carta de amor de verdade para os fãs, estou embasbacado com a qualidade da conexão e a quantidade de conteúdo pra galera mais casual. Acho que esse Street Fighter é perfeito pra quem quer começar a jogar um game de luta.
Posted 22 June, 2023.
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16 people found this review helpful
84.4 hrs on record (83.8 hrs at review time)
NieR é simplesmente um dos games mais profundos e complexos que já joguei na vida. Não têm como fazer justiça ao game em uma análise breve na steam, então o máximo que posso fazer é recomendar que joguem.

O game vale muito apena.
Posted 13 September, 2022.
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13 people found this review helpful
40.5 hrs on record
Borderlands 3 foi meu primeiro contato com a franquia. Peguei ele em uma promo para jogar com alguns amigos e minha esposa e com certeza foi uma excelente aquisição.

A possibilidade de poder jogar o modo história junto com seus amigos online é uma experiência incrível. Fora os personagens cativantes e todo o enredo que te deixa bem curioso pra saber oque vai acontecer.

A gameplay segue o báscio de um shooter em primeira pessoa com elementos em rpg. Você pode literalmente grindar infinitamente e ir testando infinitas builds para aprimorar seu personagem .


Posted 12 August, 2022.
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11 people found this review helpful
1.6 hrs on record
Belo game de beaten up, com animações feito a mão e visual bem diferente e estiloso.

Pelo que vi o jogo foi criado por uma equipe bem pequena, com orçamento feito através de uma campanha de financiamento. E realmente fizeram jus a todo investimento no game.

A gameplay é fluída e tem o fator replay para se repetir fases e jogar com os amigos o que é bem interessante. Fora que cada personagem tem suas habilidades e aspectos que deixa elas bem contrastantes uma das outras.

A história basicamente se apossa de fatos que ocorreram de 2020 , levando tudo com um humor bem escrachado e bem caricato. Na verdade, me passa a impressão de que é uma forma de expressar todo ódio e revolta pelos absurdos que aconteceram durante a pandemia e como o governo lidou de forma totalmente leviana e desumana toda a situação.

Com certeza terão pessoas com viés políticos diferente que vão negativar, pelo simples fato de estar fazendo uma paródia de como é o atual governo, mas é bem fácil identificar pelo tipo de comentários que esses indivíduos costumam postar.

Resumindo tudo... recomendo bastante. Ainda mais por ser um excelente artigo pra adicionar na coleção de beaten up, além de ser um game brasilero! (vamos incentivar o mercado galera)
Posted 11 August, 2022.
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