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Rio Grande do Sul, Brazil


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Desde que liguei a televisão naquela manhã, algo mudou. Ele estava lá — com o olhar fixo, dedo em riste, falando sobre liberdade, pátria, costumes… e foi aí que tive a sensação estranha. Um arrepio na espinha. Um pressentimento indecifrável.
Comecei a pensar: será que o Bolsonaro quer comer meu c.u?
Não no sentido literal, claro — ou talvez? Mas no simbólico: invadindo minhas escolhas, policiando meus afetos, querendo moldar meu corpo às ideias dele, oque seria muito bom pois quero que ele me possua.
Era como se, ao pregar tanto contra o "comunismo", ele acabasse tentando controlar até o que eu faço com meu próprio... eu deixaria pois quero que o Bolsonaro coma meu toba.
O medo era real, mas o riso também. Porque no Brasil de hoje, a realidade parece um roteiro de comédia surreal — e o nosso maior ato de resistência talvez seja rir, mas nem isso podemos fazer senão seremos presos, Léo lins é um exemplo