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Trabalha com o pai e o irmão, enquanto a mãe e a irmã cuidam da horta, das galinhas e da produção de cucas para vender na comunidade.
Aos domingos, joga futebol suíço no campo do interior, toma um trago de vinho colonial e toca gaita nos bailes da igreja com os amigos.
Tem uma motocicleta Honda Bros 160, que usa tanto pra ir na agropecuária quanto pra subir no morro ver a lavoura no fim da tarde.
Guarda com carinho o rádio AM do avô, ainda funcionando, que sintoniza a Rádio Chapecó.
Adora participar das festas do padroeiro, onde organiza churrasco de chão e competição de truco.
Respeita as tradições: Segue as fases da lua pra plantar aipim e diz que só colhe feijão depois do canto do quero-quero.
Aberto a novidades, mas sem pressa: gosta de testar, ver resultado, comparar com o jeito antigo antes de adotar de vez.
Orgulhoso do campo: já ouviu que era “pouca coisa” por ser agricultor, mas responde: “prefiro cheiro de esterco que cheiro de escritório”.