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Parana, Brazil



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Anfangen ist leicht, beharren eine Kunst
Igor, sempre pronto para o sarcasmo, não perdeu a oportunidade de pontuar a bizarrice da situação.
— Se fosse cesta básica do Halloween, ia ficar bom, viu!
Carlos, rindo pelo nariz, reforçou o absurdo do cenário:
— Cesta básica de natal..
Mas Happy parecia estar em um transe nostálgico, quase convencido de que aquele item era um padrão universal de caridade natalina.
— Sempre vem um saguzinho!
Foi quando a voz de Vitinho cortou a conversa, carregada de um estranhamento genuíno e ácido.
— Cara, por que você tá ganhando cesta básica, seu mendingo?
Carlos, sempre confuso, ainda não entendeu o assunto por inteiro:
— Vem o quê? Qual que é o nome do bagulho?
— Sagu! — respondeu Happy, prontamente.
— SABUGO???? — rebateu Carlos, ainda desordenado na conversa
— Saguuuu! — insistiu Happy, tentando desesperadamente manter a dignidade do seu relato.
O ambiente foi subitamente inundado por uma onda de gargalhadas que reverberou pelas ecos. Entre os suspiros de quem perdia o fôlego, Vitinho insistiu no ponto que mais o intrigava:
— Por que você ganha cesta básica?
Happy, em um misto de confusão e defensividade, rebateu com uma pergunta que soou como um axioma em sua mente:
— NUM VEM?
A resposta foi o estopim para que Igor soltasse uma risada altíssima, estridente e cortada pela supressão de ruído, que logo foi acompanhada pelo restante do grupo em um coro de escárnio fraternal. O ar parecia faltar no recinto.