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Colombo, Sri Lanka
e o silêncio quente da madrugada,
descubro-te em toques lentos,
como quem desvenda um segredo guardado.
A tua pele fala baixo,
num idioma que só o desejo entende,
e os nossos corpos, sem pressa,
escrevem versos onde o tempo se rende.
Há fogo no encontro dos teus lábios,
e calma no ritmo do teu respirar,
um equilíbrio estranho e perfeito
entre querer e devagar.
E quando o mundo se apaga lá fora,
ficamos só nós — inteiros, sem voz —
num poema feito de pele e calor,
onde o verso final… somos nós.