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71.2 hrs on record (54.3 hrs at review time)
Não esperava muito… e acabei curtindo DEMAIS !

ARC Raiders acabou sendo uma surpresa pra mim. Entrei achando que seria só “mais um shooter bonito”, mas o clima do jogo me fisgou rápido. O mundo destruído, os robôs gigantes vagando pelos mapas, aquela tensão de nunca saber se vai trombar com outro jogador ou com uma máquina do tamanho de um carro… tudo isso deixa cada partida com uma vibe única. E a trilha sonora ajuda demais nisso — ela entra nos momentos certos e dá um clima sci-fi muito gostoso, sem ficar cansativa. É aquele tipo de música que te coloca no mundo sem você perceber.

O que mais gostei é que ele não tenta te matar de estresse como alguns jogos do gênero. Ainda tem aquela sensação de risco — perder loot dói, claro — mas o jogo não te esmaga por errar. A movimentação é gostosa, as armas têm impacto, e quando você entra numa equipe que se comunica minimamente, tudo simplesmente flui. Jogar com amigos então… fica muito mais divertido.

Não vou fingir que é perfeito. Depois de um tempo, dá pra sentir que o loop precisa de mais variedade, e jogar solo pode ser meio ingrato quando você cai contra gente bem equipada. Também dá pra perceber que o jogo depende bastante de atualizações pra continuar interessante a longo prazo. Mas, mesmo assim, toda vez que eu entro, acabo jogando mais partidas do que planejei.

No fim, ARC Raiders é aquele jogo que, se você entrar sem expectativas gigantes, provavelmente vai te entregar boas horas de diversão — especialmente se você curte PvPvE com momentos inesperados, visual estiloso e uma trilha sonora que casa muito bem com a proposta do jogo.
Posted 25 November, 2025. Last edited 4 January.
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109.4 hrs on record (49.1 hrs at review time)
Depois de 50 horas e ainda jogando, percebo que esse é literalmente um dos melhores RPGs que já joguei. Imersivo, justo com sua dificuldade e orgânico, Kingdom Come: Deliverance 2 é o tipo de jogo que te faz esquecer do mundo real. Cada detalhe, cada escolha e cada momento no jogo parece pensado para te colocar dentro da Boêmia medieval, como se você realmente estivesse vivendo naquela época. É um RPG que não te pega pela mão, mas te recompensa por explorar, aprender e se adaptar. E, honestamente, é isso que o torna tão especial.

História e Personagens
A história é um dos pontos mais fortes do jogo. Você continua no papel de Henry, o filho de ferreiro que virou nobre bastardo, e agora está no meio de uma guerra política cheia de intrigas e traições. A trama é baseada em eventos históricos reais, o que dá um peso extra para tudo o que acontece. Não é só mais uma história de fantasia genérica – é algo que parece real, com personagens e situações que poderiam ter acontecido de verdade.

O destaque, no entanto, é a relação entre Henry e Lord Capon. A amizade entre os dois é cheia de nuances, com momentos engraçados, tensos e até emocionantes. Capon é aquele cara que você quer socar às vezes, mas no fundo acaba torcendo por ele. É raro ver personagens tão bem escritos e humanos em um jogo. Além disso, o jogo não tem medo de te colocar em situações moralmente complicadas, onde não existe uma escolha "certa". Isso só torna tudo mais envolvente.

Combate e Gameplay
O combate é um dos sistemas mais únicos que já vi em um RPG. Esqueça sair cortando inimigos como se fosse um herói de fantasia. Aqui, cada luta é um duelo tenso, onde você precisa pensar antes de agir. O sistema baseado em ângulos e posicionamento exige paciência e habilidade. No começo, você vai apanhar (e muito), mas quando pega o jeito, a sensação de vitória é incrível. É um combate que te faz sentir que você realmente está aprendendo e melhorando, e não apenas subindo de nível.

Além disso, o jogo te dá uma liberdade absurda. Quer roubar uma armadura cara de uma loja? Pode, mas não use na frente do dono. Quer treinar suas habilidades com um mestre e depois roubar o dinheiro que pagou? Vai fundo. É um mundo que segue suas próprias regras, mas que também te deixa quebrá-las, se você for esperto. E o melhor: tudo isso parece natural, como se o mundo estivesse vivo e funcionando com ou sem você.

Exploração e Mundo
O mapa é gigantesco e cheio de coisas para fazer. Tem caça, forja, alquimia, jogos de dados, tesouros escondidos e até tumbas para explorar. Mas o mais impressionante é como tudo parece orgânico. Você pode encontrar uma batalha acontecendo no meio da estrada ou tropeçar em um acampamento de bandidos. Nada parece forçado, tudo acontece de forma natural, como se o mundo tivesse vida própria.

E o nível de detalhe é simplesmente absurdo. Desde a forma como você precisa vestir as camadas certas de roupa para usar uma armadura até NPCs que podem te denunciar se te virem rondando uma área suspeita. Até mesmo atividades como alquimia e forja são incrivelmente detalhadas, exigindo que você siga passos específicos para ter sucesso. Pode parecer complicado no início, mas é exatamente esse nível de profundidade que torna o jogo tão especial.

Desempenho e Problemas
Comparado ao primeiro jogo, Kingdom Come: Deliverance 2 está muito mais polido. Não tive problemas graves de bugs, e o desempenho foi sólido na maior parte do tempo. Ainda assim, tem umas coisinhas chatas, como erros de legendas e menus, mas nada que estrague a experiência. É impressionante ver como o jogo consegue rodar bem, mesmo com um mundo tão grande e detalhado.

Conclusão
Kingdom Come: Deliverance 2 é um RPG que não tem medo de ser diferente. Ele exige paciência, atenção e vontade de aprender. Mas, se você gosta de RPGs que te desafiam e te colocam em um mundo que parece real, esse jogo é perfeito. É como se você estivesse vivendo na Idade Média, com todas as dificuldades e recompensas que isso traz.

Se você curte jogos como The Witcher ou Morrowind, vai se sentir em casa. Só esteja preparado para um jogo que não pega leve com você – e é exatamente isso que o torna tão especial. Depois de 50 horas, posso dizer com certeza: este é um dos melhores RPGs que já joguei.
Posted 16 February, 2025.
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1.8 hrs on record
Mais um episódio desapontador de South Park

Bem, esta análise é complicada para mim. Tive que deixar de lado meu saudosismo, já que South Park é meu desenho animado favorito e os jogos anteriores têm um lugar especial no meu coração, especialmente South Park: The Stick of Truth. É estranho ver o título novamente associado à THQ, considerando que a empresa faliu e a Ubisoft assumiu os direitos de produção. Isso me deixou preocupado, dado o bom histórico dos jogos anteriores de South Park. Depois de jogar este, talvez teria sido melhor se a Ubisoft continuasse à frente.

Inicialmente, foi difícil me adaptar, pois os jogos anteriores eram em estilo de mundo aberto, 2D, RPG por turnos, repletos de mecânicas divertidas de RPG e referências a cada personagem e item do desenho, fazendo-me sentir como se estivesse em um episódio de South Park. Neste jogo, as coisas são diferentes. É um jogo 3D, um RPG de ação, um estilo Hack n' Slash, sem a mesma profundidade nos personagens ou momentos marcantes da campanha. Raramente me vi rindo ou sentindo a conexão com o meu desenho favorito. O momento em que o jogo mais se assemelha a South Park é nas cutscenes.

Em termos de jogabilidade, o jogo é fluido e se encaixa bem na proposta, mas seu ritmo é repetitivo, o que pode cansar os jogadores, especialmente quando jogados sozinhos. A campanha fraca também contribui para esse cansaço. Como mencionado, falta aquele toque marcante; são apenas fases em que você precisa derrotar alguns inimigos genéricos e alguns chefes que os fãs reconhecerão dos episódios da serie South Park.

Agora, precisamos abordar o elefante na sala: a dublagem brasileira, eu amo a dublagem brasileira, mas ela deixou muito a desejar neste jogo. Para quem não é tão fã da franquia South Park, isso pode passar despercebido, mas para os fãs de longa data como eu, pareceu um sacrilégio. A voz do Cartman é um elemento crucial do personagem e eu sei que já houve alterações em suas dublagens ao passar dos anos, mas cada dublador tentou se assemelhar com os antigos, e neste jogo, simplesmente não convenceu. Tive que mudar para o áudio original para sentir a verdadeira essência do personagem. Pode parecer bobagem para alguns, mas para os verdadeiros fãs, isso foi difícil de ouvir.

Embora a inovação seja bem-vinda em algumas franquias, os dois jogos anteriores de South Park foram bem recebidos pela crítica. No entanto, agora parece claro para a THQ que essa mudança foi um erro. Custou tempo e dinheiro e simplesmente não funcionou. Com pesar, não posso recomendar este jogo. É vazio, não apenas em conteúdo, mas também nos personagens que conhecemos e amamos há anos, e na cidade que é o centro de tudo isso. O salto para o 3D poderia ter funcionado, mas foi mal planejado e executado, no fim ficou tudo genérico.
Posted 26 March, 2024.
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30.9 hrs on record (12.8 hrs at review time)
Dragon's Dogma II: Uma Jornada Familiar, Aprimorada e Nada Ousada

Após quase doze anos desde o lançamento do seu antecessor, Dragon's Dogma: Dark Arisen, os fãs finalmente receberam a tão aguardada sequência, Dragon's Dogma II. Mantendo-se fiel à sua essência, o jogo apresenta uma série de melhorias e novidades, embora não se destaque por uma inovação marcante.

Uma das características marcantes de Dragon's Dogma II é a familiaridade com seu predecessor. As mecânicas são aprimoradas, mas não necessariamente inovadoras, o que pode ser mais um aviso a destacar do que um elogio significativo.

A criação de personagem é um dos pontos altos do jogo, oferecendo vastas opções para os jogadores expressarem sua criatividade. No entanto, a falta de opções de cabelo pode ser uma pequena decepção para alguns.

O mundo aberto de Dragon's Dogma II é cativante e detalhado, transmitindo uma sensação de vida e imersão notável. As várias vocações e aptidões disponíveis proporcionam uma ampla gama de opções de construção de personagens, permitindo aos jogadores experimentarem diferentes estilos de jogo.

A IA dos peões é elogiável, com interações entre eles que contribuem para a imersão e oferecem dicas úteis durante as missões. No entanto, alguns problemas podem surgir em certas situações, um erro de repetição em alguns trajetos ou baús pegos.

As batalhas contra criaturas gigantes e chefes são memoráveis, proporcionando momentos de únicos e desafiadores. A trilha sonora e os efeitos sonoros complementam perfeitamente essas experiências, com destaque para a dinâmica de som que muda conforme a situação em combate.

Em termos de gráficos, Dragon's Dogma II oferece uma qualidade mediana, embora não chegue a ser parecido com um "next gen". A história do jogo é interessante, mas pode demorar um pouco para engrenar, deixando os jogadores cansados, querendo mais desenvolvimento.

Agora vem a parte, nem tudo são elogios. A otimização do jogo, especialmente nas capitais principais, deixa a desejar, prejudicando a experiência em certos momentos. Além disso, a decisão de incluir o sistema de proteção Denuvo nos PCs recebe críticas da comunidade por afetar a performance bruscamente.

A presença de microtransações no lançamento também foi recebida com surpresa e descontentamento por parte dos jogadores e com razão, pois é um jogo singleplayer. A repetição de criaturas e eventos na hora de pegar a carroça pode tornar algumas partes do jogo monótonas.

Bom, dito isso, Dragon's Dogma II é uma sequência sólida que mantém o espírito do seu antecessor, mas talvez falte um pouco de ousadia e inovação por parte dos desenvolvedores. Mesmo assim, é uma jornada que certamente vale a pena para os fãs da série e para os amantes de RPG de mundo aberto. Recomenda-se o jogo para aqueles que procuram uma experiência familiar, mas não revolucionária.
Posted 23 March, 2024. Last edited 23 March, 2024.
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157.0 hrs on record (55.7 hrs at review time)
Diabão, Bom de Som !



Ahoy, estamos zarparindo novamente nesse mar de palavras em busca de mais uma daquelas medalhas brilhantes no Steam! No meio desse tsunami de jogos de 2023, escolhi este aqui para levar o troféu de "Melhor Trilha Sonora".
Diablo IV pode ter suas espinhas, mas suas qualidades são tipo um super-herói que aparece do nada, jogando os defeitos para escanteio. E essa trilha sonora, junto com seus efeitos sonoros, é tipo o combo perfeito de alegria para os ouvidos. Eu sei, eu sei, é um Action RPG, e normalmente você está tão focado em despedaçar inimigos que mal percebe esses barulhinhos. Mas, pessoal, vamos ser honestos, não dá para ignorar que esses sons estão lá, prontos para a festa.E para provar que não estou falando asneiras, corre lá e dá uma olhada nesse vídeo, onde os desenvolvedores estão suando a camisa nos efeitos sonoros do jogo.

https://www.youtube.com/watch?v=t4uNK17DxTE

Falando da trilha sonora, Diablo já merece um Oscar só pelo menu do jogo, criando um universo apocalíptico que virou um verdadeiro Woodstock medieval. Cada região tem sua própria trilha sonora, como se o jogo fosse um festival musical itinerante. Nas cutscenes, a música vai lá e intensifica, deixando as cenas cada vez mais tensas e desesperadoras.

https://www.youtube.com/watch?v=zeSHN5p-ZOQ

E, claro, nobres aventureiros, preciso tirar meu chapéu para a dublagem em PT-BR, que na maior parte do jogo é simplesmente espetacular. Quer você ame ou odeie a Blizzard, não tem como discordar que a localização deles é sempre uma folia nos jogos.

Mas, segura a garapa, Diablo IV não é só trilha sonora e design de áudio, não. Agora, sem mais firulas, falando do jogo em geral. Diablo IV se destacou na franquia, mandou bem na trama e jogabilidade. (Cof, cof, fãs de Diablo II, estão pirando agora, aqueles caras que gostam de curtir uma brisa no jogo batendo parado). No começo, é só diversão e evolução do personagem, com um monte de opções de builds para deixar você mais doido que o Deckard Cain. Junto com a jogabilidade, temos um mapa vasto, cheio de atividades e coisas para fazer, além da história principal, dando a liberdade para os jogadores trilharem o caminho que desejam.

Agora, não é só de pétalas da Lilith que é feito Diablo IV. Sobre o End Game, Diablo IV deu uma escorregada, faltou conteúdo que persistisse até agora no jogo. Mesmo com a segunda temporada chegando, ainda sinto que falta aquele temperinho especial, aquela pitada de recursos para fazer um End Game digno de Diablo. Como toda poção no jogo, sinto que está faltando um toque a mais para dar um sabor de verdade ao finalzinho.

E agora, concluindo essa minha análise meio rápida e ruim, Diablo IV é um jogo maneiro em todos os aspectos, tenta agradar tanto o público antigo (olá, viúvas de Diablo II) quanto o público mais novo com esses elementos. Não tenta ser ousado, nem muito diferente do que foi proposto, não chega a ser uma obra-prima da Blizzard, mas tem suas peculiaridades como um bom jogo. E é mais que justo colocá-lo entre um dos melhores Action RPG já feitos. Por fim, essa é minha análise, nos vemos aqui de novo só quando tiver outra insígnia, Tchau!
Posted 21 November, 2023. Last edited 22 November, 2023.
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24.1 hrs on record (10.7 hrs at review time)
Early Access Review
★★★☆☆

Estou fazendo esta análise para pegar a insígnia da Steam, mas ainda sim espero ajudar alguém a decidir se deve comprar esse jogo ou não. Como é um jogo em early access, muitos tem receio de comprar um produto assim e não tiro sua razão como consumidor.
A categoria que eu recomendei esse jogo faz todo sentido e é o que torna o mais divertido, a categoria no qual eu coloquei esse game foi: “Melhor com amigos”, e vou explicar em tópicos o porquê.

► Vamos hipoteticamente imaginar que você está procurando um jogo para jogar com amigos, naquele final de semana chato. Um jogo de terror que ao mesmo tempo é divertido, rápido (dependendo da dificuldade e de suas habilidades) e leve. O jogo que eu te indicaria é o Phasmophobia, pois ele tem todas as características de um jogo casual e inovador (pelo menos tenta). Mas, se você acha que eu estou falando asneira e quer ignorar tudo isso, tudo bem, podemos ignorar. Pois o fato que torna esse jogo mais surpreende não é ele, e sim com quem você está jogando, você pode considerar o game como um detalhe e seus amigos como um todo.
► A proposta do game é simples e funcional, você e seus amigos são caçadores de fantasma, com muitos itens para usar contra as entidades, uma variedade de mapas e o objetivo comum de coletar informações e acerta qual fantasmas vocês estão lidando e a forma de descobrir é variada, dependendo das ações do mesmo.
► Phasmophobia é um jogo que ainda está cru, mas prevejo muito potencial, principalmente se você tiver amigos para tomar susto com você...digo jogar. Poucas coisas me incomodaram nesse jogo, coisas que com atualizações podem ser mudadas, como inteligência artificial dos fantasmas, SpiritBox bugada, problemas com crash e movimentação. Como eu disse são coisas que só tempo e atualizações podem fazer melhorar. Mesmo diante de poucos problemas, ele não deixa de ser um jogo divertido e com sua identidade, e por isso eu recomendo ele para vocês meus jovens.
Posted 25 November, 2020.
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30.2 hrs on record (4.8 hrs at review time)
A essência de Máfia retorna:

Mafia: Definitive Edition é claramente bem fiel à sua primeira franquia da saga Mafia, o que chega ser assustador, pois eu estava com a experiência horrível do modo história do Mafia III. Confesso que estava com um pouco de receio sobre esse game da Hangar 13 por vários aspectos que não gostei no seu último título (Mafia III) e eu achei que iria ser implantado nesse game. Mas, definitivamente esse Máfia saiu uma obra prima e nada vai tirar seu brilho por um bom tempo.

Começando com missões, bom, as missões deste game não são repetitivas como a do último máfia, o que é um ponto positivo, pois o modo história do Mafia III era estagnada, sem sentido e por mais era monótono de chegar a virar o olho. Já no Mafia: Definitive Edition, não temos isso, são missões com objetivo, foco e com uma história bem estruturada ao meio disso tudo, você realmente sente como é estar na pele de Tommy Angelo para defender seu espaço contra inimigos iminentes. As missões são diversas e todas conta como um ponto positivo para o decorrer do enredo, desde de ser um taxista até ser um piloto de corrida, onde sua experiência sempre vai ser diversificada e nada monótona.

Algumas coisas que você precisa saber antes de comprar o Mafia: Definitive Edition, esse jogo é mapa aberto, porém é mal aproveitada pelos desenvolvedores, não tendo missões secundárias, com seus enredos sendo dividido por capítulos e deixando a parte da exploração do mapa de lado. Você não vê todo o charme da cidade, justamente por a escolha deles fazerem o jogo por capítulo, o que realmente é um erro, pois a cidade poderia ser facilmente mais viva e sem problema nenhum todos iriam querer continuar vivendo a pele de Tommy Angelo por Lost Heaven em missões secundárias (seria um sonho).

Considerações finais:

O jogo é sim uma obra prima como remake, com poucos defeitos que na minha experiência não atrapalhou de modo algum eu de curtir esse game, porém o que muitas pessoas não entende, trata-se de um remake e que eles tentaram deixar mais fiel o possível do mesmo. Não concordo com a empresa de manter esse método em futuras franquias de Mafia, pois na minha opinião eles tem uma trama perfeita, só que é mal executada e explorada pelo desenvolvedores, poucos jogos tem esse tema como o principal, o que para Hangar 13 se for bem executado é perfeito para empresa. Se não tiver problemas com as coisas que foi citada nessa análise, Mafia: Definitive edition é jogo ideal para você adquirir ainda esse ano.

Pontos Positivo:
- Remake Fiel (História muito boa);
- Gráficos bonitos;
- Trilha Sonora e efeitos sonoros satisfatórios;
- Veículos bem feitos e originais;
- Gunplay ótima (Igual a do Mafia III).

Pontos Negativo:
- Não explorar bem o quesito mundo aberto;
- Combate corpo a corpo mal coreografado;
- Falta de Ray Tracing ou HDR;
- Preço muito salgado.
Posted 25 September, 2020. Last edited 1 May, 2022.
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156.4 hrs on record (85.8 hrs at review time)
O que era ruim, pode se tornar pior...Mas, não no caso de No Man’s Sky

OK...OK...Vocês devem estar se perguntando. Por que você recomendou esse jogo e só porque agora ? Bom, vou contar minha história com esse joguinho para vocês, vem comigo nessa experiência espacial que passou pela minha cabeça nessa breve revisão. Para que isso aconteça, vamos voltar aos anos atrás, lá em 2016, quando eu comprei esse jogo...

Promessas, suas promessas (meu bolso foi totalmente iludido):

Originally posted by author:
Ano de 2016, lembro como se fosse ontem, um jogo, uma promessa fenomenal de você visitar um mundo procedural e infinito (uma promessa que foi cumprida, de um jeito lamentável) era muito lindo, mal esperava o lançamento desse jogo, explorar horas e horas pelo espaço com meus amigos (pois, a promessa desde do começo era que iria ter um multiplayer), infinitas possibilidades e aventuras. No momento que lançou eu fiquei grudado no PC para baixar esse jogo e finalmente quando baixei, iniciei, veio minha primeira surpresa, um “CRASH”, o primeiro em um jogo como esse, vai por mim, vocês nunca esquecem. Depois do primeiro CRASH, eu pensei comigo: “Bom, essa carroça de PC não vai rodar esse jogo incrível, pois bem!!, ele é INFINITO.” Fui lá, com muita coragem de perder minha placa de vídeo e tentei de novo, foi como uma surpresa, iniciando o jogo, vi aquele espaço passando por minha tela e pensei comigo novamente: “Vou tirar print e foi o que eu fiz na primeira animação que apareceu em No Man’s Sky”, isso foi como o cheiro da sua primeira cadeira gamer, era simplesmente fantástico, fiquei deslumbrado só pela tela inicial do jogo e aquela orquestra bem leve passando pelos meus canais auditivos (AQUILO SENHORAS E SENHORES, ERA MAGNÍFICO!!!!!!).

Depois do Magnífico, veio a ilusão. (A dúvida pelo reembolso):

Originally posted by author:
Cara, Apertei PLAY e comecei minha gameplay fanática e sem descanso pelo mundo infinito de No Man’s Sky, eram as horas mais incríveis e libertadoras do mundo, você poderia minerar, explorar, estudar cada forma de vida em que aparecia na tela, visitar outros mundos, era tudo novo (UAAAL!!!), - CARA VOCÊ PODIA EXPLORAR, ESTUDAR...MINERAR...VOAR...VISITAR MUNDOS (UAAALL) - MAS MANO, VOCÊ PODIA EXPLORAR...ESTUDA…..MINE….ZZZZZ… *suspiro desesperador* - foi quando um jogo que tinha um potencial enorme, veio a se tornar monótono, sem conteúdo e enganador como este mesmo foi, perdi horas e dinheiro depositando fé nesse jogo e o pior de tudo ( ESSA POR!#@!# NÃO TINHA MULTIPLAYER QUE FOI TÃO COMENTADO NA E3) nesse momento caiu a ficha de que foi tudo uma ilusão criada pelo SR. Sean Murray, neguei o reembolso por esse jogo e deixei ele vagando pela minha biblioteca no steam por anos. Várias atualizações veio e pensei comigo: “É mais uma perca de tempo, não vou baixar, esse jogo não tem salvação.”

Verdadeira análise de um bosta (O que era ruim, se tornou digamos que “melhorzinho”):

Confesso, depois de algumas atualizações minha curiosidade foi maior e visitei o jogo sim, mas já não estava com paciência de grindar tudo denovo, na minha percepção, iriam ser as mesma coisa que já foi citado acima. Baixei o jogo novamente (Por insistência de amigos próximos) quando chegou o verdadeiro Multiplayer prometido, foi ai percebi que já não estava familiar, o jogo tinha quests, estava com outra pegada, tinha até uma história parecendo um filme da Sessão da Tarde, mas era algo novo e animador, fui lendo os patchs passados e percebi que o conteúdo estava vasto e que o mesmo estava indo para o rumo certo e também estava cumprindo sua proposta de início.
Tá, mas por que você está RECOMENDANDO ele ? Pois bem, vamos lá. Depois de anos de atualizações, o jogo ficou totalmente novo, quests infinitas, mineração mais complexa, craft foi retrabalhado, construção de bases, veículos, robôs, naves cargueiras (que ainda por cima tem mais quests), lugares abandonados com muita carga histórica e por entre outros que estou ainda por explorar. Os gráficos são bonitos, porém a vários glitch de textura deixa isso a desejar, trilha sonora é maravilhosa e a dificuldade é bem equilibrada para sua jornada ser tranquila e bem rentável e por esses motivos tive que recomendar só agora.
Bom, para torná breve essa minha experiência vou ser direto. Siiiiim , o jogo está bom, não digo que está ótimo pois ainda tem muitos problemas técnicos que atrapalham a imersão (bugs, crashes, bug’s e mais bug’s), é um jogo procedural:” Isso é desculpa?” - não sei, não entendo de criação de jogos e sim como jogá-los (às vezes nem isso sei fazer direito). Ele não é um jogo feito para todos, não se engane só por que tu jogou minecraft, você não pode ter a mesma experiência em No Man’s Sky, ele é um jogo que você precisa entrar com objetivo e grindar por horas por aquilo. Tentei ser o mais direto possível nessa minha bosta de análise, com o objetivo impossível de querer voltar no passado e me dar um soco no estômago por ter comprado ele na pré-venda, mas no final fico feliz pelo jogo atingir as MINHAS expectativas e me fazer jogá-lo por mais horas.
Posted 30 July, 2020. Last edited 30 July, 2020.
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559.5 hrs on record (147.2 hrs at review time)
Só coloquei uma análise positiva, porque funciona no aplicativo Zoom, da para fazer um programa do Rodrigo Faro ou até mesmo um do Ratinho na call do meu curso.
Posted 3 June, 2020.
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Showing 1-9 of 9 entries