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169.1 hrs on record (153.6 hrs at review time)
Finalmente a série chega à Steam com uma digníssima entrada, que apesar de não ser perfeita, é muito divertida. Como o jogo é bem vasto, acho que o ideal é analisar cada um dos seus modos e aspectos técnicos separadamente. Vamos lá!

TLDR: Os modos principais do jogo são bem divertidos e engajantes, mas podem se tornar bem repetitivos. O multiplayer, porém, é extremamente problemático e pode ser pouco divertido para jogadores competitivos. Ainda assim, é um ótimo jogo, um sólido 8/10

Aspectos técnicos:
O jogo é tão bonito quanto poderia ser um jogo em estilo anime, isso é, não muito. Os gráficos são ultrapassados, mas em nada são desagradáveis. Os modelos são simples e possuem uma gama pouco variada de expressões (algo a se esperar, afinal, são mais de 6.000 personagens). Ainda assim, a coreografia das técnicas especiais, os efeitos e a câmera fazem um ótimo trabalho boa parte das vezes. Ainda assim, acredito que os efeitos dos chutes poderiam ser mais variados, ao invés de mudar meramente a cor dos elementos, os chutes poderiam levar consigo os efeitos que têm durante as cutscenes, tecnologia que já existia no Strikers 2013. O som é muito bem feito e muitas trilhas sonoras do anime aparecem em suas versões originais ou em remixes, a dublagem é boa na maioria das vezes, mas volta e vez falta certa entonação que sempre vinha no anime.

Modo História:
Estamos uns vinte anos no futuro acompanhando a história de Unmei Sasanami, um jovem cardíaco, mas apaixonado por futebol, que decide criar um clube para o esporte num lugar onde jogá-lo virou tabu. Victory Road é uma adição maravilhosa à história do anime, trazendo de uma maneira fresca e ao mesmo tempo nostálgica, tudo o que nos faz sermos apaixonados por futebol. A gameplay do modo história, ainda que seja muito de meu gosto, não é para todos, sendo bem pesada em diálogos, cutscenes e minigames, mas para mim, vale cada segundo. Buscar defeito nesse modo é catar pelo em ovo.

Modo Crônica:
Meu modo favorito! Revivemos todas (todas MESMO) as partidas do anime numa viagem pelo tempo para salvar o futuro de uma ameaça misteriosa. Devemos criar o time mais poderoso de todos os tempos para poder salvar a humanidade. E aí que começa o grind. O jogo é BEM grindy, mas bem grindy mesmo. Para avançar, você deve jogar duas partidas, uma acompanhando a história normal, e outra com o seu time customizado. No começo é bem divertido, mas você pode enjoar depois de suas 30 primeiras partidas (eu mesma não enjoei depois de 300). Para mim é o carro chefe do jogo e aquilo que me faz sempre voltar para poder buscar novos jogadores para deixar meus times cada vez mais perfeitos e divertidos.

Multiplayer:
É aqui que a coisa fica feia. O multiplayer tem problemas. MUITOS PROBLEMAS. O primeiro e mais marcante é o fato de que o multiplayer é o caminho para você obter os jogadores mais fortes do jogo, os de nível Ícone. Ainda que hoje em dia não seja a única porta para o gacha do jogo, é certamente a forma mais confiável de farmar tiros, principalmente por que você não precisa ganhar para conseguir as moedas. Isso leva a um outro problema. Existem muitos times trash, ou jogadores afk, que estão lá só para farmar moedas, isso tira muito do incentivo de continuar jogando o modo, e, pessoalmente, me desinteressou totalmente de tentar escalar as filas ranqueadas.

Sobre o Gacha:
Gacha normalmente é o tipo de coisa que me faz passar longe de um jogo. A ideia de gastar dinheiro para conseguir mecânicas base do jogo é algo que me enoja. Por sorte, o gacha do Inazuma Eleven é inteiramente feito a partir de mecânicas do jogo, o que tira o fator do dinheiro e deixa tudo em cima do Grind, coisa que eu gosto. Infelizmente, o gacha é bem severo e muitas vezes vai ser árduo tirar o personagem que você quer, o que fica ainda mais complicado sem nenhuma mecânica de pity.

Conclusão:
É um bom jogo, mas tem seus problemas. Para aqueles que, assim como eu, gostam de grindar em busca de seu time perfeito, é uma ótima recomendação. Para quem só quer aproveitar uma boa história, ainda que o jogo possa te fornecer isso, não posso recomendar pelo preço cheio. E considerando que é um jogo japonês, vai tardar para vermos promoções de 50% ou 75% que faça valer as 20/30h de modo história. Para jogadores competitivos, passe longe. O jogo tem inúmeros problemas de balanceamento, pareamento, segurança e carece de competitividade. Não é incomum ao tirar uma tarde para jogar o multiplayer, jogar três ou quatro partidas seguidas com jogadores AFK ou com times fracos demais para o modo. Para os casuais e fãs de futebol e JRPG, é um prato cheio.

Aproveita e vamos jogar futebol!
Reviewer's PC Specs:
Windows 11
AMD Ryzen 5 5600X 6-Core Processor - RAM: 32 GB
AMD Radeon RX 9060 XT - VRAM: 16 GB
Posted 13 April.
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2 people found this review helpful
49.3 hrs on record
I used to throw a lot of hate at this game, but I realized I was completely mistaken. The level design I criticized so heavily isn’t actually that bad—it’s just mediocre. It becomes terrible in the larger maps, with too many repetitive and confusing sections, but it’s decent in the smaller ones, which feature multiple shortcuts and interconnections. For some reason, the game insists on making you “contemplate” certain spaces, with long descents, corridors, staircases, and so on—sometimes more than three minutes of purely linear walking with nothing to interact with. I found that problematic and boring, especially since there’s no option to sprint.

I also had trouble connecting with the game’s lore. The story itself seems fine, but the way it’s told—by making you walk through static environments or endure NPC infodumps—certainly wasn’t the best choice. After the midpoint of the game, I found myself skipping most of the cutscenes and decided I’ll just check the lore on the wiki. The lack of a strong soundtrack also leaves its mark, hurting the storytelling and immersion, with several boss fights reusing the same music despite having completely different setups.

The combat, however, is quite good. The game rewards you for engaging with its various mechanics, and I found all the boss fights fair—except for the game’s blatant Ornstein and Smough copy, which took up two of the ten hours in one of my session. The skills synergize well with the combat system, and smart usage is consistently rewarded. Even so, I felt like I didn’t fully engage with many of the mechanics, but that didn’t stop me from steamrolling most of the bosses, dying more than four times only to the aforementioned fight.

In the end, for me it’s a 6.5/10. I did enjoy the game—it entertained me quite a bit—but unfortunately it suffers from an underwhelming narrative, a somewhat monotonous aesthetic, and uninteresting NPCs, alongside gameplay that is fun and appropriately challenging (most of the time).
Posted 19 February.
Was this review helpful? Yes No Funny Award
3 people found this review helpful
9
86.5 hrs on record
A gameplay é muito boa e as builds são diversas. Os controles e mecânicas ainda que antiquados são sólidos, e os controles menos modernos em nada impedem a diversão. Carece de bugs e de exploits visíveis. A progressão é ótima até Immortal Throne, porém, ao meio da expansão, e se você porventura tiver algumas DLCs, pode ser que você sinta a progressão se tornar mais lenta, e a sensação de crescimento do poder diminua progressivamente. Isso, porém, deve ser resolvido com runs posteriores no Épico ou no Lendário.
Posted 16 February, 2025.
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