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25 people found this review helpful
79.5 hrs on record (56.7 hrs at review time)
Early Access Review
O jogo
They are Billions é um RTS de sobrevivência zumbi completamente único onde seu objetivo é sobreviver diversas waves de zumbis progressivamente mais resistentes, e de alguma forma se preparar para a última e mais difícil wave de zumbis que motiva o nome do jogo. Sem possibilidade de multiplayer, você sozinho é responsável por levantar um exército capaz de matar todos os zumbis que ameaçam os trabalhadores da sua civilização.


A arte: 5/5
They are Billions tenta te enganar com a arte, mas a verdade é que parte de seus gráficos são 2D por motivos de manter o jogo o mais leve possível para permitir a maior quantidade possível de zumbis renderizados na sua tela. Sendo 2D, a arte do jogo como um todo é, por falta de palavras, perfeita para a proposta. Os visuais são únicos e bem característicos do They are Billions, em nenhum momento você vai desejar que sejam diferentes.
Até mesmo no departamento de som os artistas acertaram, durante todas as partidas, o jogo transpira tensão e insegurança para o jogador, deixando bem claro que a qualquer momento coisas podem e vão dar errado.


Requisitos: 4.5/5
O maior objetivo durante o desenvolvimento de They are Billions foi performance, ficou bem claro (até pelo nome) que os seus desenvolvedores buscaram otimizar o jogo ao máximo para sobrar espaço para a maior quantidade de zumbis possível em uma só vez. Apesar de não ter testado em nenhum outro computador, tudo me indica que esse jogo pode ser jogado em praticamente qualquer computador que tenha os requisitos mínimos necessários para poder abrir.
Só não leva 5/5 pois por mais otimizado e bem desenvolvido que o jogo seja, até mesmo em uma configuração rápida (4790k e 1070) é possível notar quedas significativas de FPS na última wave. Em geral não afeta muito a jogabilidade pois se alguma coisa der errado, é bem provável que você não tenha mais tempo de corrigir (e se tiver, vai sofrer um pouco com o FPS)


Preço e qualidade: 4/5
Para um jogo indie, o preço é um pouco salgado, mas compatível com o que o jogo pode te providenciar, ainda mais levando em consideração que mesmo meses depois do seu lançamento, os desenvolvedores ainda estão lançando atualizações com mais e mais recursos no jogo. Por mais que seja um jogo indie, em nenhum momento durante a jogatina They are Billions para impressão de um jogo "indie".


Tempo de jogo: 4/5
Se você curte RTS e sobrevivência, o jogo pode te fornecer diversas e diversas horas de jogo sem fim. O nível de dificuldade pode ficar grande o suficiente pra você precisar dedicar centenas de horas otimizando sua ordem de construção e noção de jogo. Com uma boa diversidade de mapas e até mesmo estratégias e desafios, vai demorar pouco até que você fica sem o que fazer no jogo.


História: N/A
O jogo não possui nenhuma história.


Dificuldade: 3/5
Essa pra mim foi a maior mancada do jogo, após algumas vitórias e diversas partidas, fica evidente que existe um grande fator "sorte" no jogo, seja no mapa que foi gerado aleatório, na quantidade de zumbis que spawnou no seu lado, as "mansões infestadas", ou na possível escolhe de prefeitos. Enquanto é possível argumentar que faz parte da habilidade do jogador lidar com essas variáveis, é impossível negar que elas fazem com que o jogo fique extremamente frustrante algumas horas. Seja em mapas onde da sua base já é possível ver uma mansão infestada ou em grandes quantidades de zumbi aleatoriamente seguido suas arqueiras, zumbis mais resistentes em regiões muito próximas a sua base, não fica difícil passar por situações onde você sente que o jogo fez de tudo para te fazer perder.


Bugs: 4/5
Eu pessoalmente nunca tive problemas com o jogo em relação à bugs mas em comunidades como o Reddit, diversos problemas com o jogo já foram mostrados ou com a geração de mapa, ou com o algoritmo de path-finding dos zumbis, entre outros. Acredito que nessa altura, tive sorte de não ter encontrado nenhum bug, mas de qualquer forma, devido à gravidade de alguns problemas que estão presentes no jogo, essa nota ficou 4/5.


O lado bom:
  • Proposta única e interessante.
  • Arte excelente.
  • Vários níveis de dificuldade.
  • Boa re-jogabilidade.
  • Melhor imersão de um RTS até hoje.
  • Bem atualizado.
  • Boa performance em praticamente qualquer sistema.


O lado ruim:
  • Baixa variedade de unidades.
  • Sorte é um grande fator no jogo.
  • Um errinho por fazer você perder horas de jogo (leia: frustrante pra caralho).
  • Pode ficar repetitivo dependendo do seu estilo de jogo.
  • O começo do jogo é extremamente repetitivo (demora um pouco para você sair da "fase inicial" das construções, e geralmente a ordem de construção é sempre a mesma).


TL;DR
They are Billions conseguiu misturar 2 gêneros que eu achei que nunca seriam misturados de uma forma simples e divertida, desafiante e frustrante, imersiva e interessante. É um jogo indie que em momento algum passa impressão de indie (até mesmo em seu preço), com uma alta re-jogabilidade e skill-cap muito alta. Em contrapartida, seus desenvolvedores parecem estar caminhando para uma direção um pouco diferente do que a comunidade espera, e parece ter seus próprios planos traçados. Em geral, para quem curte sobrevivência, zumbi, desafios e RTS, essa é uma escolha fácil.
Posted 23 August, 2018.
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9 people found this review helpful
62.2 hrs on record (56.1 hrs at review time)
Call of Duty 4 é um jogo que foge do meu padrão de review, pelo simples fato que eu acho que não é justo avaliar o mesmo igual faço com os outros. Eu sempre tento passar a minha opinião dos jogos de uma forma universal (por isso tento seguir meu padrão).

Por que CoD4 é diferente? Porque eu quase não joguei o CoD4 "normal", todas as 4 mil horas de jogo foram em um mod chamado Promod.

CoD4 Promod (especificamente na versão 211) foi uma parte da minha vida que eu nunca terei de volta da mesma forma.

Se eu recomendo o jogo? Absolutamente, ainda existem servidores de Promod no Brasil. Mas apenas recomendo para quem foi da época. A cultura competitiva em volta do jogo deixou de existir anos e anos atrás junto com o Xfire.

O que nos resta do clássico CoD4 Promod são lembranças e a noção de que 170 dias da minha vida foram dentro desse jogo.
Posted 23 August, 2018.
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12 people found this review helpful
72.1 hrs on record (71.9 hrs at review time)
O jogo
AdVenture Captalist é um jogo extremamente simples incremental em que o seu objetivo é um: ganhar dinheiro. Você começa tudo com uma barraca de limonada, para ganhar dinheiro, você clica nela, até ter dinheiro o suficiente para comprar outra, e cada clique dar o dobro de dinheiro, para daí você poder comprar outra barraca, e assim vai, quase que infinitamente.


A arte: 5/5
Por ser um jogo 2D essencialmente de menus, não tem como errar, a arte do jogo é simples, bem singular. Nesse quesito não tem como errar, mas AdVenture Captalist vai além do que se espera de um jogo 2D.


Requisitos: 5/5
Apesar de ser 2D e extremamente (e quando eu falo extremamente mesmo) simples, o jogo é feito na Unity3D mas consegue rodar em praticamente qualquer computador existente atualmente (até mesmo em celulares iOS e Android).


Preço e qualidade: 5/5
Bem, o jogo é completamente gratuito, não tem muito o que falar aqui tirando as micro-transações que te dão bônus permanentes de lucro e anjos. Por ser um jogo gratuito que ainda é atualizado com eventos, novos mundos e arte nova, microtransações são perfeitamente aceitáveis.


Tempo de jogo: 5/5
É um jogo bem diferente quando se fala de tempo de jogo, porque você não mantem a janela constantemente aberta já que não é necessário. Normalmente o ciclo desse jogo consiste em abrir ele, comprar upgrades, comprar novas lojas, talvez fazer um reset com os anjos e fechar o jogo, isso repetidas vezes. É o suficiente pra te ocupar um pouco mas o suficiente pra não enjoar. Até você chegar no fim do jogo, repetindo esse ciclo, já terão se passado meses desde a última vez que ele foi inicialmente aberto.


História: N/A
O jogo não possui nenhuma história.


Dificuldade: 4/5
O jogo não é difícil, a única coisa que você precisa para terminar o jogo é paciência e tempo. Se você for esperto e analisar os bônus que o jogo permite você comprar, é possível terminar o jogo muito mais rápido.


Bugs: 5/5
Sinceramente nem sei se um jogo desse é possível existir algum bug significativo o suficiente para a nota ser diferente de 5


O lado bom:
  • Considerando o que é, é bem divertido.
  • É extremamente viciante.
  • Não necessita muito tempo do seu dia.
  • Microtransações não afetam negativamente quem não quer pagar.
  • Pode ser jogado até num celular (perfeito para quando você não tem o que fazer).
  • Eventos novos sempre são adicionados pelos criadores.
  • Vários mundos com mecânicas diferentes.


O lado ruim:
  • Pode ser repetitivo demais para algumas pessoas
  • É extremamente longo (jogando todos os dias, pelo menos 1 vez por dia, você vai demorar pelo menos 1 mês para terminar um dos mundos).
  • Para evitar ficar clicando várias e várias vezes (mesmo tendo opção para comprar em maiores quantidades) precisei fazer uma macro no meu mouse.


TL;DR
AdVenture Captalist é um joguinho incremental, gratuito e com microtransações, extremamente simples e viciante, onde seu único objetivo é ganhar dinheiro e tornar o empresário que você nunca será. Com diversas mecânicas diferentes entre mundos e uma duração talvez até longa demais, é difícil não ser uma recomendação, principalmente para fans de jogos incrementais.
Posted 23 August, 2018.
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13 people found this review helpful
0.1 hrs on record
O jogo
Call of Duty: Black Ops 2 é um FPS, desenvolvido pela Treyarch, sucessor da sua edição Black Ops do ano retrasado, dessa vez, situado em um futuro próximo em 2025, no que é chamado de Segunda Guerra Fria. Como no review do Black Ops, apenas tratarei do multiplayer do jogo, e talvez futuramente em outro review, a parte da campanha. Igualmente ao anterior, Black Ops 2 trouxe diversas inovações e mudanças para a franquia.
Largando o modelo de servidores dedicados onde você selecionaria um servidor de uma lista, Black Ops 2 manteve os servidores dedicado mas envolveu eles em um sistema de matchmaking na tentativa de manter a comunidade viva por mais tempo evitando necessidade dos jogadores pagarem pelos servidores, completa inovação no sistema de criação de classes, que pela primeira vez na história do Call of Duty, permitia você remover suas armas (primária ou secundária) em troca de mais acessórios ou perks, e a possibilidade de adicionar até 3 attachments em uma mesma arma. Apesar do período futurista, Black Ops 2 mantem seu aspecto futurista sob controle sem muitas abstrações do mundo real.




A arte: 4/5
Como de costume da franquia, sem muitas inovações e fatores "wow" nessa versão. Como o jogo se passa em um futuro próximo, os artistas do jogo resolveram por escolher uma coloração mais saturada e colorida para passar uma aspecto mais tecnológico e moderno. É válido notar também que por mais que o jogo não seja impressionante apenas pelos gráficos, sua fidelidade visual não deixa a desejar, continuando o padrão da franquia de uma arte bem feita e polida.


Requisitos: 4/5
Ao contrário de seu antecessor, Black Ops 2 já em seu lançamento, teve pouquíssimos problemas com a performance, e pelo menos comigo, durante toda sua vida útil, passou a impressão de um jogo muito mais otimizado e "bem terminado". Ainda que exista alguns mapas mais exigentes, algumas mudanças nas opções gráficas eram suficientes para conseguir um FPS estável e alto.


Preço e qualidade: 3.5/5
Em seu lançamento, com o dólar um pouco mais alto do que sua versão anterior, sem sombra de dúvidas era um jogo que carregava um precinho mais salgado. Ainda que o single-player, multiplayer e modo zombies viesse junto, a alta quantidade de DLCs que dividiam a comunidade entre jogadores com e sem a DLC, principalmente porque uma delas fornecia uma arma nova que era significativamente melhor que as outras, me faz diminuir um pouco essa nota.


Tempo de jogo: 3.5/5
Ainda que eu tenha investido 388 horas de jogo no Black Ops 2, tempo o suficiente pra liberar todas as armas e ainda mais um pouco, eu sinto que, em comparação com o seu antecessor, o aspecto de subir de nível e liberar novos itens do jogo tinha ficado um pouco mais fraco. Acredito que um grande fator para isso tenha sido a falta de balanço entre as armas e a customização ser tão flexível que rapidamente você liberaria tudo que era necessário (ou pelo menos desejado).


História: N/A
Para o multiplayer não faz sentido falar da história do jogo, já que não tem nenhuma ligação além dos mapas e talvez alguns easter-eggs.


Dificuldade: 3/5
Já de cara, foi fácil notar que Black Ops 2 não seria um jogo com skill-gap alto. Alguma mudança no net-code fez com que trocas de tiro no jogo fossem extremamente inconsistentes (em comparação com outras versões), penalizando jogadores mais habilidosos sem o erro do mesmo. Outro fator é o domínio de SMGs e shotguns no jogo devido aos mapas serem significativamente menores e possibilidade de customização muito maior (permitindo existência de combinações muito mais fortes que as outras). Com mapas menores e armas de "alta movimentação", a instabilidade do sistema de spawn ficou ainda mais pronunciada, fazendo com que o jogo ficasse extremamente imprevisível.


Bugs: 4.5/5
Tirando alguns problemas com o jogo quando minimizado, e problemas carregando novos mapas, eu não fiquei sabendo de nenhum bug crítico ou significativo o suficiente pra ser levado em consideração.


O lado bom:
  • Jogo mais movimentado e divertido.
  • Modo zombies bem diferente e elaborado.
  • Sistema de classe completamente inédito.
  • Performance excelente desde o primeiro dia.
  • Sem bugs ou problemas notáveis.
  • Nuketown do Black Ops.
  • Melhor movimentação de qualquer CoD até seu lançamento.


O lado ruim:
  • Skill-cap significativamente mais baixo.
  • Sem suporte para mods
  • Sem console.
  • Sem possibilidade de contratar servidores dedicados próprios.
  • DLC trouxe arma nova que se destacava das outras (benefícios de SMG que dominavam o jogo, com os benefícios dos rifles)
  • Comunidade brasileira essencialmente inexistente no momento da escrita do review.
  • Existência de diversas combinações overpowered.
  • Alguns mapas possuem design terrível.


TL;DR
Black Ops 2 conseguiu inovar em diversos fatores, tanto com relação a própria franquia, como de seu antecessor, mas infelizmente veio a custas de algumas opções que existiam no Black Ops. Apesar de um multiplayer caótico e desbalanceado, o jogo conseguiu ser divertido, bem movimentado, e diferente de todos os CoDs anteriores. O novo sistema de classe permitiu combinações extremamente diferentes, interessantes e desafiadoras de se jogar, deixando o jogo tudo menos repetitivo. Em geral, alguns passos para frente, e alguns para trás.
Posted 23 August, 2018.
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10 people found this review helpful
42.6 hrs on record (39.9 hrs at review time)
O jogo
Call of Duty: Black Ops é um FPS, desenvolvido pela Treyarch, da lendária franquia Call of Duty e sucessor da sua edição Modern Warfare 2 do ano passado, porém situado durante a Guerra Fria. Neste review apenas falarei do aspecto Multiplayer do jogo, que para a época, acabou trazendo diversas novidades para a franquia.
Entre a volta para utilização de servidores dedicado, volta de um sistema de "demos", para novos modos de jogos, Black Ops conseguiu se destacar e continuar o sucesso absoluto de sua franquia em todas as suas plataformas.
Call of Duty não precisa de introdução para uma esmagadora maioria dos jogadores, graças a seu sucesso, mas para os novatos, consiste em um jogo FPS com uma grande diversidade de mapas, jogos, modos de jogo, customização das armas, killstreaks (recompensas por matar o adversário seguidas vezes), e até mesmo camuflagens.


A arte: 4/5
Call of Duty nunca foi sinônimo de "revolução" quando se fala de gráficos, Black Ops não é exceção à esta regra. Dito isso, a arte do jogo como um todo, faz o seu papel, transmitir o clima e época em que o jogo se passa, e faz isso magnificamente. Seja a arte dos próprios personagens, dos mapas, ou até mesmo nas armas, o jogo faz questão de passar essa sensação de passado, de sujeira, de escuridão, situação que um soldado enfrentaria em uma missão militar.
Em momento algum do jogo você sente que algo não pertence a época, tudo se encaixa muito bem, fazendo um jogo bem imersivo e agradável de se olhar.


Requisitos: 2.5/5
Um dos maiores problemas do Black Ops no seu lançamento foi a má otimização em sua versão no PC, não era raro de se ver pessoas reclamando de stuttering ou FPS baixo nos fóruns do jogo, buscando, de qualquer forma, um jeito de conseguir rodar o jogo consistentemente. Eu não sou diferente, mesmo com uma configuração boa para a época (Q9550 e uma 5870), aproveitar mapas grandes era um grande desafio, me forçando a jogar majoritariamente em mapas pequenos (principalmente o amado Nuketown) onde problemas de performance eram significativamente reduzidos.


Preço e qualidade: 3/5
7 anos atrás, e custando $60,00, Black Ops era uma escolha fácil para qualquer jogador de FPS, principalmente quando se leva em consideração que além do Single Player, os mesmo 60 dólares, você ganhava o Multiplayer e ainda o modo zumbi, tão conhecido do CoD: World at War. Ainda que existam DLCs para o jogo, a falta das mesma não impedia alguém de curtir o jogo como um todo.
Atualmente mesmo com o seu preço alterado, e significativamente menor (se compararmos 60 dólares atuais), fica difícil recomendar Black Ops apenas pelo multiplayer, já que o mesmo depende da existência de servidores dedicados, que são virtualmente inexistentes no momento da escrita desse review.


Tempo de jogo: 4/5
Para esse quesito, avaliarei na época em que comprei, no momento da escrita desse review, essa nota seria 0/5 já que não existem mais servidores brasileiros, e os poucos que existem são na Europa.
O multiplayer de Black Ops em seu lançamento, foi bem proveitoso, a comunidade do jogo era bem grande e sempre foi bem ativa, principalmente com a quantidade de servidores dedicados e diversos modos de jogo. O jogo permite que você trace o seu próprio caminho quando se fala de liberar itens novos, evitando que você precise jogar com certas armas para liberar outras. Isso fez com que o processo de Prestige se tornasse significativamente menos doloroso e frustrante, tornando a experiência muito melhor. Em geral, qualquer jogador, independente do estilo de jogo, conseguiria aproveitar bem o seu multiplayer.


História: N/A
Para o multiplayer não faz sentido falar da história do jogo, já que não tem nenhuma ligação além dos mapas e talvez alguns easter-eggs.


Dificuldade: 3.5/5
Como nesse review estamos falando do multiplayer, não faz muito sentido falar de dificuldade do jogo, já que seria completamente dependente do grupo de jogadores presente em uma certa partida. No lugar essa nota é referente à dificuldade de adaptação do jogo e skill-cap do jogo (o um jogador consegue se destacar com base na habilidade em comparação com os outros).
Em comparação com o seu antecessor mais próximo, Modern Warfare 2, Black Ops conseguiu um balanço entre armas significativamente melhor, removendo perks fortes demais (como Stopping Power, Commando Pro, One Man Army) e combinações frustrantes (como explosivos e Danger Close, Sleight of Hand e Snipers, etc). Todas as combinações no Black Ops eram utilizáveis, e ao mesmo tempo conseguiam se diferir uma da outra, evitando tornar o jogo repetitivo.
Isso não quer dizer que foi perfeito, combinações como Famas com Extended Mags, AK74u com Rapid Fire, Spas-12 com silenciador, AUG com Extended Mags, se destacavam entre todas as combinações, mas ainda ordens de magnitude menos do que Modern Warfare 2.


Bugs: 4/5
Durante sua vida útil, diversos bugs surgiram entre atualizações, grande maioria deles foi corrigido em algum momento. Como o jogo tem mais de 7 anos fica um pouco difícil falar com exatidão quais problemas foram esses, mas a sensação de um jogo um pouco problemático ainda fica na memória.


O lado bom:
  • Jogo mais equilibrado da franquia até seu lançamento.
  • Servidores dedicados.
  • Teather mode permitia replays sem nenhuma necessidade de um computador bom.
  • Combat Training permitia você jogar o multiplayer offline.
  • Wager Matches trouxeram alguns modos de jogo completamente inovadores para a franquia.
  • Novo modo de liberar itens tornou processo de Prestige menos maçante.
  • Mapas bem diferentes dos encontrados anteriormente na franquia.
  • Skill-cap consideravelmente alto.
  • Suporte para mods


O lado ruim:
  • Problemas de performance em toda sua vida útil.
  • Servidores dedicados rankeados apenas contratando com empresas licenciadas.
  • DRM em todo o jogo.
  • Comunidade brasileira essencialmente inexistente no momento da escrita do review.


TL;DR
Black Ops foi um sucessor de enorme sucesso da franquia Call of Duty, que sem dúvida influenciou a continuação da série com suas inovações. Apesar dos diversos problemas encontrados pela comunidade no PC, conseguiu progredir e melhorar diversos aspectos de versões anteriores sem nenhum medo de re-escrever aspectos importantes que definem Call of Duty. Da mesma forma, foi capaz de voltar atrás de algumas decisões negativas que seu antecessor, Modern Warfare 2, havia feito, como por exemplo remoção do suporte à mods, um console aberto, suporte para "demos" (replays), servidores dedicados e outros detalhes. Como um todo, se mostrou ter dado mais passos para frente do que para trás, o que na época significou em uma compra fácil para todos os amantes da franquia.
Posted 23 August, 2018.
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7 people found this review helpful
1
716.0 hrs on record (577.9 hrs at review time)
O jogo
Dungeon Defenders consiste em um Tower Defense misturado com um jogo em terceira pessoa (tecnicamente primeira pessoa também é possível mas não foi a primeira coisa que pensaram), também misturado com jogos Coop de até 4 pessoas e elementos de jogos RPG.
Seu objetivo é defender as terras de Etheria e evitar com que os cristais de Etheria sejam destruídos utilizando torres, barreiras, auras, canhões, armadilhas ou até mesmo seu próprio personagem.
O jogo inicialmente começou com apenas 4 classes e alguns mapas, mas atualmente conta com muito mais do que isso (eu perdi as contas de tanta DLC que saiu), o suficiente para permitir virtualmente infinitas possibilidades de defender cada região de Etheria.
Além do coop online de até 6* jogadores, existe também a possibilidade de coop local, também até 4 jogadores em uma configuração splitscreen. A mistura de coop online e local é possível, mas a quantidade máxima de jogadores depende do mapa especifico (até a última vez que joguei, era possível até 6 jogadores em alguns mapas).
O grinding de loot e experiência nesse jogo é bem longo, existe uma quantidade absurdamente enorme de loot nesse jogo em forma de armaduras, armas, acessórios, pets, etc. Todo loot no jogo pode ser compartilhado, e até mesmo vendido com dinheiro do jogo, no que é chamado de AFK Shop.
Existe uma boa variedade de mapas e "modos de jogo", juntamente com uma grande variedade de bosses e bichos para matar, tudo isso ligado de alguma forma na história do jogo.
A arte do jogo: 4/5
A arte como um todo (gráfico, sons, estilo, etc) é bem única do jogo, tudo é encaixa bem, e dá uma sensação de um jogo polido e bem feito. Tem um estilo puxado para o cartoon que pode ser considerado um pouco infantil por ser bem colorido e saturado, mas encaixa muito bem no tema proposto do jogo.
Toda arte do jogo é bem rica em detalhes mas sem nenhuma exagero, que ajuda bastante na sensação de imersão dentro do jogo e dando uma sensação bem visualmente agradável.


Requisitos do jogos: 3/5
Esse é um detalhe um pouco complexo pois o jogo em sua forma "simples" (por falta de palavra, mas já entro em detalhes) não é exigente, comecei jogando em um Q9550 e uma HD5870 com gráficos no máximo, facilmente qualquer um poderia rodar esse jogo em praticamente qualquer configuração. O problema vem quando você sai dessa "forma simples" do jogo, e começa a mergulhar no território "end-game" do jogo, mapas grandes e altíssima quantidade de bichos, e você repara que o jogo não é para qualquer computador. Isso se torna algo mais complicado ainda se você não joga com amigos, pois para conseguir terminar alguns mapas, você precisa jogar em split-screen (mesmo que sozinho, mais pra frente entro em detalhes) com os 4 personagens na sua tela, e como é de se esperar, isso exige uma configuração significativamente maior.


Preço e qualidade: 3.5/5
O jogo por si só, não é caro, e não lembro de ter sido. Então porque a nota baixa? Se você for na página da Steam Store, você vai ver que o jogo possui 25 DLCs, e é aqui que começa meus primeiros problemas com o jogo, durante o desenvolvimento e crescimento desse jogo, quase todas as DLCs que saíram para o Dungeon Defenders abriam novos caminhos para que os jogadores continuassem jogando, o que essencialmente faz com que o jogo te obrigue a comprar as DLCs principais (de jogos personagens, mapas, desafios) para continuar upando e crescendo no jogo, isso fez com que o jogo ficasse substancialmente mais caro para quem quisesse jogar mais.
Eu não tenho nenhum problema com as DLCs, acho que elas adicionam uma boa quantidade de conteúdo para o jogo em um preço aceitável, mas a "obrigatoriedade" delas para continuar o progresso no jogo me fez diminuir a nota nesse quesito.


Tempo de jogo: 4/5
Outro ponto um pouco delicado do jogo, no momento em que escrevo esse review, o jogo tem quase 7 anos, e grande quantidade de sua playbase já não joga mais. Em sua "golden-age", Dungeon Defenders contava com milhares e milhares de players todos os dias, o que significava: ter sempre pessoas para jogar, diversas pessoas dispostas a ajudar jogadores novos, dezenas e dezenas de AFK Shops para poder comprar itens (caso você não tivesse a sorte de conseguir bons drops), atualizações frequentes, etc. Atualmente o jogo não consegue nem um pico de 500 jogadores direito, e os poucos que ainda jogam, estão absurdamente mais avançados do que qualquer outro jogador (afinal, eles ainda estão jogando), o que na prática quer dizer que provavelmente você será kickado de todas as partidas disponíveis (caso seja um novo jogador). Apesar de todos esses lados negativos, o jogo possui MUITO conteúdo para ser jogado, uma enorme variedade de mapas, itens, personagens, e um level-cap alto o suficiente pra você jogar até sair uma próxima versão do jogo.


História: 3/5
O jogo possui uma história ligando todos os mapas e personagens, criando uma sequência lógica entre eles, mas não foi o suficiente para me fisgar em quase 600h de jogo, também não foi tão marcante a ponto de lembrar de seus detalhes 4~5 anos depois de ter prestado atenção. A história desse jogo existe para dar um contexto do que está acontecendo e de onde vem todos os elementos do jogo. Para a proposta do jogo, acredito que é mais do que o suficiente e não afeta negativamente o jogo em qualquer forma, apenas o enriquece.


Dificuldade: 4/5
A dificuldade do jogo é significativamente alta (existem mapas que eu não estou nem remotamente preparado para terminar, e olha que já tenho 600h de jogo), e por mais que seja um pouco mascarada atrás de muito tempo de jogo, existe um fator de planejamento e conhecimento do jogo que faz com que o jogo seja pouco repetitivo mas possivelmente frustrante se você não é o tipo de jogador que gosta de planejar estratégias.
Da mesma forma, os níveis de dificuldade permitem que qualquer um consiga terminar todos os mapas sem ter que investir centenas de horas farmando itens, XP, gold ou pets, o que permite que o jogo seja agradável e desafiador na medida certa.


Bugs: 3.5/5
Oh bugs... esse jogo não está repleto deles, mas com certeza possui alguns. Uma grande maioria deles já é mitigado fazendo apenas você perder tempo até que o jogo detecte que algum bicho está travado em algum lugar. Mas não é difícil você achar bichos passando por cima de suas barreiras e destruindo o cristal antes de suas torres serem capazes de matar o mesmo, fazendo com que você perca horas e horas (as vezes mais do que 4h) de trabalho dentro de um mapa.
Durante minha aventura dentro do jogo, lembro ter sofrido com diversos bugs ali e aqui, não sou capaz de listar todos aqui, mas com certeza o mais game-breaking e recorrente foi das barreiras bugadas.


O lado bom:
  • O jogo é enorme, você nunca vai terminar tudo.
  • Coop online e coop local.
  • Diversos personagens diferentes e únicos.
  • Grinding bem longo com skills de personagens, upgrade de itens, de pets, etc.
  • Enorme variedade de itens com possibilidade de bonus de sets.
  • Variedade no modo do mapa (nem tudo é o mesmo, existem desafios, PVP, modos que você tem que destruir os cristais, etc).
  • Arte bem feita e agradável.
  • Jogo com dificuldade bem grande porém com a possibilidade de escolha.
  • Ainda possui um senso super legal de comunidade (não é difícil achar alguém querendo te ajudar a passar algum mapa).


O lado ruim:
  • Playerbase muito menor do que antigamente.
  • É fácil estagnar no jogo por um bom tempo devido à aleatoriedade do loot.
  • Pode se tornar ridiculamente maçante dependendo do seu objetivo.
  • Alguns mapas demoram horas e horas para terminar.
  • Existem bugs absurdamente frustrantes.
  • DLCs são essencialmente obrigatórias para progredir no jogo.
  • End-game pode exigir um computador com uma configuração bem melhor do que se imagina.
  • Por ter quase 7 anos e já possuir uma continuação: essencialmente não é mais atu
Posted 23 August, 2018.
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13 people found this review helpful
25.5 hrs on record
O jogo
O jogo consiste em um RTS estilo city-builder onde você precisa levantar uma nova aldeia partindo apenas um carrinho de suprimentos para garantir a sobrevivência do grupo de famílias que decidiram recomeçar suas vidas.

O jogo em si é bem simples, como dito pelo próprio desenvolvedor, não existe árvores de skill e não existe o conceito de dinheiro, você pode construir o que quiser, quando quiser, onde quiser.

As famílias sobreviventes são seu maior recurso, é com elas que você vai plantar, caçar, minerar, construir tudo que for necessário para suprir todas as necessidades das mesmas.

Seus maiores desafios são: fornecimento de comida, fornecimento de casas com lenha para combater o extremo frio do inverno, e combate de quaisquer possíveis desastres naturais que possam ocorrer durante o desenvolvimento da aldeia.

O jogo não conta com nenhum multiplayer, ou história, apenas você e o jogo.

A arte do jogo: 3/5
Os gráficos do jogo não são nada surpreendentes para um jogo que pode ser considerado moderno, porém são polidos e consistentes o suficiente para ambientar muito bem o jogo e garantir um bom nível de imersão no universo do jogo.

Requisitos do jogo: 4/5
Apesar de não ter como testar muito além do meu computador principal, já joguei Banished em um notebook com uma configuração bem mediana e sem placa de vídeo dedicada. Só não leva 5/5 pois é possível ver uma grande queda de performance em mundos bem bem grandes (no meu caso, 1000 trabalhadores em um 4790k e uma GTX 1070, resultava em <30FPS devido à falta de otimização para processadores multi-core, tornando do jogo altamente dependente em um processador com boa performance single-thread).

Preço e qualidade: 5/5
Acredito que o preço é bem compatível com a experiência que o jogo pode providenciar. Como dito anteriormente, é um jogo que mesmo não sendo impressionante, se mostra bastante polido e bem feito. Somando ao fato de que não existe DLC ou qualquer tipo de micro-transação, e descontos de 75% não são raros, qualquer nota diferente de 5/5 seria injusta.

Tempo de jogo: 4/5
Esse ponto é um pouco difícil de dar uma nota definitiva, vai depender do que você espera do jogo. Se você gosta de desafios, e superar sua pontuação anterior (no caso tamanho da aldeia) sem nenhum motivo especial, Banished te trará horas e horas de jogo graças à geração aleatória de mapas. Juntamente, suporte a mods, que por mais que seja um pouco fraco, pode mudar drasticamente seus objetivos dentro do jogo, de sobrevivência para "qual a aldeia mais eficiente que eu consigo fazer?".

Se você é o tipo de jogador que busca experiências totalmente diferentes uma das outras em um jogo, talvez Banished não traga o mesmo valor, já que depois de algumas partidas, você já terá visto tudo que é possível no jogo, principalmente pelo fato do seu único objetivo ser sobreviver.

História: N/A
O jogo não possui uma história já que sua jogabilidade não depende de uma.

Dificuldade 3.5/5
Para quem não conhece nada, o jogo pode ser mostrar bem desafiador e complicado no começo até que todas as ligações entre as mecânicas fiquem claras. Como a progressão do jogo é um pouco lenta e a sua regressão consideravelmente mais rápida, perder sua aldeia em questão de minutos sem poder fazer nada a respeito, pode se tornar extremamente frustrante. Quanto mais sobreviventes, maior é seu castelo de cartas, que em momentos pode parecer estável, até você descuidar da sua produção de comida, esquecer de construir um hospital, ou até mesmo deixar sua produção de madeira de lado.

Bugs: 5/5
Não tive nenhum problema com bugs ou qualquer coisa parecida.

O lado bom
  • É um jogo bem desafiador e simples.
  • Roda facilmente em qualquer computador.
  • Possui suporte para mods e geração aleatória de mapas.
  • Jogo polido e com uma boa imersão.
  • Rende bastante tempo de jogo

O lado ruim
  • O jogo é bem simples, pode ficar repetitivo facilmente.
  • Pode ser extremamente frustrante
  • Apesar de não ter bugs, alguns detalhes de jogo (casas podem utilizar carvão que é difícil de obter) podem ser frustrantes de lidar.
  • Os mapas, apesar de aleatórios, são bem semelhantes (soma isso com falta de terra-forming).

TL;DR
Banished é um RTS de sobrevivência com uma proposta simples, única (quando foi lançado) e desafiadora que pode fornecer diversas horas de diversão e frustração em praticamente qualquer computador. Sua arte por mais simples que seja, permite você mergulhar dentro de seu universo, trazendo como um todo uma ótima experiência de jogos.
Posted 23 August, 2018. Last edited 23 August, 2018.
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5.9 hrs on record
Let's start of by saying, I REALLY REALLY (x100) wanted this CoD to be good, I wanted this to be the comeback of CoD in my life (and many others), I wanted this to be the next game I get 1000 hours, I wanted this to be the game I woke up wanting to play, and went to sleep still wanting to play. I wanted this to be the CoD4 Promod I had in my life, I really did. I love this franchise, CoD4 was so special for me that I can't put into words how much I wanted a game like that again, over 3k hours alone on promod (off-steam). What I want to say is that, I've played alot of CoD games, and always loved it (they weren't perfect, I'm sorry CoD4, you're included) but I always loved playing this games.

As for WWII: I'm sad. But I still have hope, there's no reason not to have. The TL;DR for me:
  • Maps as H O R R I B L E (probably the worst maps I ever seen in the entire feet-on-ground franchise).

  • I really hope they add more guns, the sound is weird (the bolt-action sniper sounds like a laser/railgun).

  • Movement is kinda ok (reminds me of MW3 but slower and glitchier, you can't side strafe for ♥♥♥♥).

  • I'm not sure if it's the ping but it takes ALOT of bullets to kill people (I feel like at least 4 for most guns, averaging at 5 per kill)

  • Sniper has NO place in this game aside from war in the bridge-building part.

  • SMG's are gonna rule this game

  • Incendiary shotgun = shotgun spread + sniper range + fire (it's funny as ♥♥♥♥ to play tho)

  • I'm not sure about graphics, I play on low.

  • FPS feels good, if you have a decent computer, aiming is fluid.

  • FOV slider is a really nice thing

  • You can clearly see that it's a port from console (seems like alot of stuff is thought for console then I'm playing this version mapped for keyboard+mouse

  • History accuracy is not my strong, you can read other reviews about this, I don't really care

  • M1 Garand is ♥♥♥♥, I feel there's no real reason to play with that weapon

  • This game seems like it's taking the "MW3 way" = make guns HORRIBLE and add attachments to fix it, without it, everything is very nasty I feel.

  • War is fun, the bridge-building ♥♥♥♥ is terrible, it's basically = smoke and suicide

  • Not sure if it's officially P2P or Dedicated, feels like P2P (but MW2 is P2P and it played very well)

  • The class building aspect of the game is pretty cool, but it will get boring REAL fast, you don't have alot of options, that's why I prefer the classic way (cod4, mw2, mw3, black ops, etc)

  • There's alot of potential in this game, it can be a great game but there's a lot of work to be done

  • Ah, no bolt actions without scope? (am I missing something?)

  • If you work for WWII -> CoD2 + CoDWaW, copy this 2 games and this will be a great game

  • You can hear foot-steps but they are very very hard, there is too many random ambiental ♥♥♥♥ (sound)

  • I need to play more, to unlock ♥♥♥♥. But this game is ♥♥♥♥♥♥♥ frustrating, for now this is what I took from the game

  • There are some minor details (muzzle flash way too big and bright, aim punch, jumping, "pause" menu, hit registration, movement, etc that I'm too lazy to talk about it and my limited english knowledge makes it a bit too hard for me to explain clearly)

SORRY MY ENGRISH SUCKS
Posted 29 September, 2017.
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3,743.2 hrs on record (557.9 hrs at review time)
CS:GO Review
CS continuando a ser CS mas deixando de ser o bom e velho CS.

8/10 WOULD SPEND 500 HOURS AGAIN
Posted 22 April, 2015.
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6.4 hrs on record (6.0 hrs at review time)
Pior.Call of Duty.Da.Historia. Cheio de camper, FMG9 Akimbo, Sem Servidor Dedicado, Sem YY(cancelar animacao da arma), Sem FOV, max_fps travado, pessimo balanceamento entre as armas, Second chance, dead mans hand. Resumindo, um despedicio de dinheiro, e um jogo patetico. Desde COD4, essa serie, pelo lado da Infinity Ward, está cada vez pior. Guarde o dinheiro e compre BF3
Posted 21 January, 2012.
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