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1.7 hrs on record (1.5 hrs at review time)
A nice little precision platformer. Quite fun to play, although i'm not a fan of this game's backtracking. Beaten in 90 minutes.
Posted 5 January, 2025.
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57.3 hrs on record (46.2 hrs at review time)
Kingsway é um point & click de roguelike de RPG estratégico baseado completamente no visual e na funcionalidade de um sistema operacional comum.

Kingsway, apesar de possuir vários gêneros de jogos, possui uma jogabilidade bem simples: fazer as escolhas certas. Escolher as armas e habilidades boas da sua personagem e saber para onde ir e quando. Grande parte disso deve-se à inspiração em antigos RPGs de computador, que segue o mesmo estilo de planejamento do jogador.

Como roguelike, o jogo oferece uma boa variedade em classes jogáveis e objetivos finais. O meio do jogo, porém, pode ser repetitivo para algumas pessoas, logo que sua variedade não é proporcional ao fator replay do jogo: em sua segunda partida já é possível encontrar diversos eventos já explorados.

Visualmente, o jogo é interessantíssimo. Como já dito, ele é inspirado em sistemas operacionais, e isso também tem um impacto na jogabilidade, abrindo diversas janelas para diversos inimigos, inventários. Organização é uma importante parte do jogo, assim como pensar rápido para lidar com inimigos.

A história do jogo, porém, é extremamente simples: é só uma comum história de RPG, provavelmente também inspirada por RPGs antigos. Mesmo assim, ainda é interessante, principalmente pelos seus vários finais.

A trilha sonora é boa e combina muito bem com o jogo, principalmente com a maneira que é entregue: o jogador pode escolher qualquer uma das músicas disponíveis e tocá-la quando quiser, como se estivesse tocando uma música no próprio computador.

9/10

Apesar de ser uma excelente e muito bem planejada experiência, Kingsway ainda deixa a desejar em relação a seu conteúdo, merecendo mais do que possui sua versão final. Atualmente, vários fãs gostariam que houvesse uma sequência ou simplesmente que o jogo tivesse recebido mais conteúdo.

Posted 18 November, 2020.
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17.0 hrs on record
Tower of Guns é um roguelike de tiro em primeira pessoa cartunesco onde o principal elemento do jogo são armas, tanto as suas quanto as da Torre.

O jogo se sustenta principalmente no fator roguelike: o jogador tem a liberdade de escolher sua arma inicial e sua habilidade inicial, e pode encontrar diversas melhorias diferentes ao longo das fases geradas aleatoriamente a partir de pedaços pré-definidos. Tais melhorias podem ser um aumento de dano, velocidade, quantidade de pulos, dificuldade, altura dos pulos, entre diversos outros. O jogo também oferece decaimentos, os quais o jogador deve procurar evitar.

Além disso, também é possível encontrar diversos itens usáveis e modificações de arma, e todos esses itens são mais facilmente encontrados em locais secretos espalhados pelo jogo. Eu cito todos esses pontos para reforçar que a jogabilidade do jogo é muito bem trabalhada, e com certeza é o elemento mais atraente de todo o jogo.

O jogo não possui uma história única, mas sim diversas histórias, selecionada aleatoriamente no início de cada sessão. Todas elas possuem um tom humorístico e são bem variadas, indo desde uma conversa entre os desenvolvedores até um ladrão afetando drasticamente o resultado de um concurso de flores. Em todas as histórias, o elemento em comum é que elas se passam na Tower of Guns. Claramente, as histórias não têm impacto na jogabilidade.

Visualmente, o jogo sempre tem um estilo mecânico, meio robótico, porém nada futurista, e talvez até um pouco retrô. Esse estilo funciona muito bem, considerando que todos os inimigos do jogo são máquinas, canhões e coisas do tipo. As músicas do jogo também casam muito bem com esse estilo, apesar de não ser particularmente especial.

9/10

Com exceção de alguns bugs e do fato de quem nem todo mundo gosta de jogos roguelike, é difícil encontrar grandes problemas nesse jogo, que é impressionante considerando que foi desenvolvido por somente duas pessoas: um músico e um faz-tudo.
Posted 31 October, 2020.
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20.7 hrs on record
Originalmente lançado em 1996, Duke Nukem 3D é um excelente jogo de tiro em primeira pessoa em que seu objetivo é parar uma (ou, talvez, duas ou três) invasões alienígenas.

Duke é o personagem que melhor representa os anos noventa melhor do que qualquer outro: másculo e cercado por mulheres em um jogo de constante violência, Duke Nukem é mais um dos vários lone gunmen que surgiram nos anos 80/90.

Sendo um dos jogos que definiu o gênero de tiro em primeira pessoa, sua jogabilidade é relativamente simples: fazer uso de variado arsenal para matar diferentes tipos de inimigos em um espaço tridimensional.

Como vários jogos do gênero, a variedade na jogabilidade deve-se a essa distribuição de armas ou munição e diferentes inimigos pelo cenário. Seu arsenal possibilita atirar, explodir, congelar, queimar e encolher os alienígenas, além do bom e velho chute. Parte do desafio do jogo está em administrar sua munição e escolher o melhor tipo de arma para lidar com cada situação.

O level design baseado majoritariamente no aspecto metropolitano estadunidense é uma importante parte da identidade do jogo. Além de visualmente agradáveis, as fases do jogo são muito bem construídas e sempre oferecem bastante naturalidade em seu fluxo.

Os inimigos presentes no jogo são bem definidos e distribuídos, possuindo chefes ao final de cada capítulo do jogo. Vários dos inimigos usam um armamento idêntico a algum que o jogador já possui, trazendo certa familiaridade à maneira como se lida com certos inimigos.

Não há muito o que se comentar do aspecto sonoro do jogo: os efeitos sonoros são bons e as músicas são muito boas e cabem perfeitamente no jogo.

Os problemas do jogo estão em seu level design, porém: o quarto capítulo do jogo possui um aumento muito drástico na dificuldade do jogo. Além dele, algumas poucas fases também não foram corretamente balanceadas.

8/10

Eterno clássico.
Posted 24 October, 2020. Last edited 24 October, 2020.
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6.3 hrs on record
Lovely Planet é um jogo indie japonês que conta principalmente (senão exclusivamente) com seu estilo de arte minimalista e sua jogabilidade acelerada.

Desenvolvido por duas pessoas (um faz-tudo e um músico) e publicado em 2014, Lovely Planet não possui uma história entregue verbalmente, mostrando ao jogador o desejo do protagonista de visitar um planeta (daí o título do jogo).

O mundo, que inexplicavelmente esta lotado de seres perigosos, é expresso por fases lineares divididas em capítulos. Cada capítulo expressa um arquétipo diferente, como vilarejo, pântano e montanha; trazendo uma variedade saudável ao jogo e obstáculos diferentes baseados em aspectos comum desses cenários, como o terreno montanhoso e a neblina no pântano.

Apesar de seus controles simples e estáticos (andar, pular, atirar), o jogo consegue oferecer uma saudável variedade de desafios, apesar da dificuldade acentuada logo no meio do jogo que ainda aumenta bastante a medida que o jogador progride, e que com certeza desmotivou vários compradores de finalizar o jogo.

Como eu havia falado no início, o jogo é visualmente simples e possui rápida jogabilidade. O estilo visual de flat shading com tons desbotados casa perfeitamente com a jogabilidade, possibilitando que o jogador discirna facilmente os elementos ao seu redor enquanto cruza as fases velozmente.

Em sua sonoplastia, o jogo trata somente do essencial: uma (fantástica) faixa de áudio para cada capítulo do jogo e efeitos sonoros somente para alertar o jogador, como tiros e mortes. Novamente, esse estilo atende ao jogo perfeitamente.

Vale citar que o jogo possui segredos em algumas fases e placar competitivo para os jogadores que quiserem apostar corrida ou simplesmente comparar seu tempo de conclusão de fases.

No mais, Lovely Planet é um jogo simples, curto e acelerado, e é através desses elementos que ele conquista seu público.

8.5/10
Posted 21 October, 2020. Last edited 21 October, 2020.
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1.9 hrs on record
Simple. Short. Lovely.
Posted 2 July, 2020.
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288.5 hrs on record (179.2 hrs at review time)
>AoE4
Posted 3 December, 2019.
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4.7 hrs on record
- Wait, Chic, im getting a pattern. You always seem to review a game during an Steam event. Is that related to the fact the they reward you for doing so?

- Not at all, no, haha.

Uh, yeah, the review...

I've beaten this game over 20 times in my 3DS. This version comes with all the DLC, so i played it 3 more times (one for each character).

Game's all good, i just hate Zero Man from the DLC stage from Mighty No 6 outta 10.

Wait for a discount, tho. Dont be stupid. Imagine, having both this game and ice cream. You could.
Posted 29 June, 2019. Last edited 29 June, 2019.
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20.0 hrs on record
Congratulations, you made the worst fps i have ever played.
Shi.tty VA, awful story, empty characters, horrible level design, glitches...

Play FEAR, or Crysis, or COD, or anything else, really. Avoid this 24-hour long torture session.

In the end, you die, so nothing you did made any difference whatsoever. And the plot twist was ♥♥♥♥.ty and expected (You are the guy you are going after). Cool waste of my time. Fk this game.
Posted 14 February, 2019. Last edited 14 February, 2019.
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22.3 hrs on record
E lá vou eu, falar mal de um jogo que eu gostei. Até fiz 100%. Enfim...

Fortune Summoners SOTES é um jogo indie de 2007 feito por uma pessoa (com exceção de localização, sonoplastia, arte adicional e algumas outras coisas). O jogo não vendeu tanto quanto esperado na época e por isso não existem sequências. (Uma dica, crianças: publique seu jogo em inglês para o mundo todo, senão você morre de fome. Não estamos em 1995.)

O Dev claramente planejou uma trilogia ou quadrilogia, focando mais na introdução das personagens e do ambiente do que na direção que a história deveria tomar e, por causa disso, a história demora meio jogo pra realmente começar. Sem falar que as personagens são bem unidimensionais, a história tem um buraco, alguns diálogos estão errados (mas pode ser só a localização, apesar do meu elo com a Carpe Fulgur)... Mas este é o menor dos meus problemas.

O sistema de combate do jogo foi extremamente mal programado. Um erro tão simples que até eu, um completo imbecil, saberia consertar: o jogo verifica se você apertou um botão, mas não se manteve ele pressionado. Ou seja, por exemplo, para executar o combo (-> + ataque), você precisa "spammar" ambos o direcional e o botão de ataque, ao invés de só ter que segurar o direcionar. isso torna quase impossível jogar de magia (e duas das três personagens possuem foco em magia). Se todo o jogo fosse bom com exceção disso, eu recomendaria ele. Infelizmente, não é bem assim...

Como eu disse logo ali, duas personagens tem foco em magia e a outra (a protagonista) possui foco em combate físico, mas a AI do jogo é tão boa que não vale a pena jogar de magia, sendo que elas sabem usar ataques rapidamente e curam com uma quase perfeita precisão. Aliás, a AI é boa até de mais: os inimigos sabem exatamente quando pular e a que distância estar e pelo menos metade consegue te congelar/paralisar/botar pra dormir. Sem falar em envenenamento e, pqp, confusão (que a personagem começa a atacar os amigos).

A soundtrack é fantástica. Ela realmente expressa o local e o momento. Mesmo sem nenhum interesse no jogo, eu recomendo vocês procurarem a música de Korat Village e "Enter Stella", pois eu diria que são as melhores. SFX, por outro lado, é composto principalmente por sons gratuitos da internet, o que não muito boa coisa. VA (Voice Acting) está presente somente em combate e algumas cenas especiais, e não é exatamente bom mas nunca chega a ser irritante.

O jogo é muito bonito. É claro, é um jogo de pixel art, e eu entendo porquê isso não agradaria todo mundo, mas isso não tira a beleza do jogo.

O level design é bom, mas o fato de você não ter um minimapa é horrível. Eu diria sou bom em decorar o layout das dungeons, e mesmo assim fiquei perdido duas ou três vezes.

6.5/10
Se você quiser jogar algo no mesmo estilo e com qualidade superior, eu recomendo Dust, apesar de não ter jogado eu mesmo.
Posted 13 February, 2019.
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