Install Steam
sign in
|
language
简体中文 (Simplified Chinese)
繁體中文 (Traditional Chinese)
日本語 (Japanese)
한국어 (Korean)
ไทย (Thai)
Български (Bulgarian)
Čeština (Czech)
Dansk (Danish)
Deutsch (German)
Español - España (Spanish - Spain)
Español - Latinoamérica (Spanish - Latin America)
Ελληνικά (Greek)
Français (French)
Italiano (Italian)
Bahasa Indonesia (Indonesian)
Magyar (Hungarian)
Nederlands (Dutch)
Norsk (Norwegian)
Polski (Polish)
Português (Portuguese - Portugal)
Português - Brasil (Portuguese - Brazil)
Română (Romanian)
Русский (Russian)
Suomi (Finnish)
Svenska (Swedish)
Türkçe (Turkish)
Tiếng Việt (Vietnamese)
Українська (Ukrainian)
Report a translation problem

Brazil


A história do Labubu começa em 2015 com o artista de Hong Kong Kasing Lung, que criou o personagem, um elfo travesso, mas bem-intencionado, para sua série de livros infantis "The Monsters", inspirada no folclore nórdico. A Pop Mart, uma empresa chinesa de brinquedos colecionáveis, assumiu a produção do Labubu em 2019, transformando o personagem em um sucesso global e uma febre de colecionáveis com o lançamento dos "bonecos surpresa".
Origem e Criação:
Criação: Labubu é um dos personagens da série "The Monsters", criada pelo artista de Hong Kong Kasing Lung em 2015.
Inspiração: Lung foi inspirado por contos de fadas nórdicos e pela sua infância na Holanda, construindo um universo de criaturas travessas, mas bondosas, que vivem na floresta.
Primeiro Lançamento: O personagem surgiu inicialmente em uma série de livros ilustrados.
Seu cérebro está preparado para a verdade?
Ou prefere viver na mentira?
🟥🟥⬜⬜⬜🟥⬜⬜⬜🟥⬜⬜⬜⬜🟥🟥⬜⬜⬜🟥🟥🟨🟥🟥🟥🟥
🟥🟥⬜🟥🟥🟥⬜🟥⬜🟥🟥🟥🟥⬜🟥🟥⬜🟥⬜🟥🟥🟨🟥🟥🟥🟥
🟥🟥⬜🟥🟥🟥⬜🟥⬜🟥🟥🟥⬜🟥🟥🟥⬜🟥⬜🟥🟥🟨🟥🟥🟥🟥
🟥🟥⬜⬜🟥🟥⬜⬜⬜🟥🟥⬜🟥🟥🟥🟥⬜🟥⬜🟥🟥🟨🟥🟥🟥🟥
🟥🟥⬜🟥🟥🟥⬜🟥⬜🟥⬜🟥🟥🟥🟥🟥⬜🟥⬜🟥🟥🟨🟥🟥🟥🟥
🟥🟥⬜🟥🟥🟥⬜🟥⬜🟥⬜⬜⬜⬜🟥🟥⬜⬜⬜🟥🟥🟨🟨🟨🟥🟥
🟥🟥🟥🟥🟥🟥🟥🟥🟥🟥🟥🟥🟥🟥🟥🟥🟥🟥🟥🟥🟥🟥🟥🟥🟥🟥
⣿⣿⣿⣿⣿⣿⣿⣿⣿⣿⣿⣿⠇⠄⠸⣿⣿⣿⣿⣿⣿⣿⣿⣿⣿⣿⣿
⣿⣿⣿⣿⣿⣿⣿⣿⣿⣿⣿⡟⠄⠄⠄⢻⣿⣿⣿⣿⣿⣿⣿⣿⣿⣿⣿
⣿⣿⣿⣿⣿⣿⣿⣿⣿⣿⡿⠄⠄⠄⠄⠄⢿⣿⣿⣿⣿⣿⣿⣿⣿⣿⣿
⣟⠛⠛⠛⠛⠛⠛⠛⠛⠛⠁⠄⠄⠄⠄⠄⠈⠛⠛⠛⠛⠛⠛⠛⠛⠛⣻
⣿⣿⣦⡀⠄⠄⠄⠄⠄⠄⠄⠄⠄⠄⠄⠄⠄⠄⠄⠄⠄⠄⠄⢀⣴⣿⣿
⣿⣿⣿⣿⣷⣦⣀⠄⠄⠄⡏⠉⢹⣷⠈⠉⣿⠉⠁⠄⣀⣴⣾⣿⣿⣿⣿
⣿⣿⣿⣿⣿⣿⣿⣷⠄⠄⡿⠿⠟⠋⠄⠄⣿⠄⠠⣾⣿⣿⣿⣿⣿⣿⣿
⣿⣿⣿⣿⣿⣿⣿⡟⠄⠄⠁⠄⠄⠄⠄⠄⠉⠄⠄⢹⣿⣿⣿⣿⣿⣿⣿
⣿⣿⣿⣿⣿⣿⡿⠁⠄⠄⠄⣠⣤⣶⣤⣄⠄⠄⠄⠈⢿⣿⣿⣿⣿⣿⣿
⣿⣿⣿⣿⣿⣿⠃⠄⢀⣠⣾⣿⣿⣿⣿⣿⣷⣄⡀⠄⠘⣿⣿⣿⣿⣿⣿
⣿⣿⣿⣿⣿⢏⣴⣶⣿⣿⣿⣿⣿⣿⣿⣿⣿⣿⣿⣶⣦⡹⣿⣿⣿⣿⣿
Éramos companheiros de cela. Aprendi várias coisas com ele e lhe sou muito grato até hoje.
Nos intervalos de trabalho voluntário que fizemos para diminuir nossa pena ele me ensinou latim, lógica, história romana e artes.
Hoje devo grande parte de minha erudição a este nobre malandro.
Meu único arrependimento dos tempos de carceragem é por não tê-lo ajudado nos momentos de coação sexual.
Os outros presos se aproveitavam de sua fragilidade e inocência para força-lo a fazer coisas que ele antes fazia apenas por opção.
Mas enfim, são águas passadas... Fico feliz de ver que você superou toda aquela violência.
Abraço cara! E deixa para trás essas lembranças...