Install Steam
sign in
|
language
简体中文 (Simplified Chinese)
繁體中文 (Traditional Chinese)
日本語 (Japanese)
한국어 (Korean)
ไทย (Thai)
Български (Bulgarian)
Čeština (Czech)
Dansk (Danish)
Deutsch (German)
Español - España (Spanish - Spain)
Español - Latinoamérica (Spanish - Latin America)
Ελληνικά (Greek)
Français (French)
Italiano (Italian)
Bahasa Indonesia (Indonesian)
Magyar (Hungarian)
Nederlands (Dutch)
Norsk (Norwegian)
Polski (Polish)
Português (Portuguese - Portugal)
Português - Brasil (Portuguese - Brazil)
Română (Romanian)
Русский (Russian)
Suomi (Finnish)
Svenska (Swedish)
Türkçe (Turkish)
Tiếng Việt (Vietnamese)
Українська (Ukrainian)
Report a translation problem

Canoas, Rio Grande do Sul, Brazil



Vocês tem ideia de como é difícil admitir isso, e inclusive expor publicamente? Odiar homens não é uma escolha, não é fácil, não é popular, não é aceitável socialmente. Fez parte do meu processo de empoderamento, em algum momento, sentir raiva, ódio, que me impulsionaram a me rebelar contra algo que oprime à mim e todas as mulheres. Ódio que me foi reprimido toda vida por um discurso de pacificidade e delicadeza que as mulheres tem que obedecer, jamais ser agressivas ou odiar alguém. Mulher pura e cristã que não sente ódio para com o seu dono, seu marido, seu superior, a voz da autoridade no mundo. Pode odiar homens sim, pode desobedecer, pode ser barraqueira e FODA-SE as normas de boa convivência dozomi. Foda-se
Misandria é amor.