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Sao Paulo, Brazil



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Não é apenas no corpo, mas dentro de mim, onde ninguém consegue ver. Desde pequeno, a solidão se tornou minha companheira, e o silêncio das noites sem descanso me fez acreditar que eu só existia para machucar ou ser machucado. As pessoas me olham como se eu fosse um monstro, e, por muito tempo, passei a acreditar que realmente era.
Carrego uma ferida que não cicatriza. Cada palavra de ódio, cada olhar de medo, todos eles ficaram marcados em mim como cicatrizes invisíveis. Vivo em constante conflito: eu contra o mundo, eu contra mim mesmo. A areia me protege, mas também me isola, e às vezes me pergunto se estarei para sempre preso nessa dor que nunca vai embora.
Sou forte, sim. Mas essa força nasceu do sofrimento. E por trás dela… continuo sendo alguém que só queria ter conhecido o que é ser amado de verdade.