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10.0 hrs on record
Plataforma é um dos meus gêneros preferidos nos games. Desde pivete sempre joguei muito os jogos da franquia Mario. Com o tempo fui me aprofundando no estilo plataforma, terminei as trilogias “Donkey kong country” e “Crash Bandicoot”, quase todos os Marios clássicos e assim por diante. Deixando minha prepotência não proposital de lado, sigamos com o review.
Considerando meu histórico “gamer” (haha “GAIMER”) com o estilo plataforma, você deve tá pensando agora: “esse cara é o bichão mesmo”. Desculpa te decepcionar, mas eu não sou não. Mesmo jogando muito o estilo e ter jogado alguns Sonic 2D, até hoje não tinha terminado nenhum. A versão que eu joguei é a que saiu para PC, e é muito parecida com a versão clássica, mas com algumas melhorias.
Acho que só terminei esse game por ele ser curto. Logo comecei a lembrar o porquê de não ter finalizado até agora nenhum jogo 2D da franquia... Talvez eu tenha muito saudosismo com o precursor dos jogos de plataforma (Mario), mas acredito que não comecei pelo caminho certo. Uma coisa que me deixou um tanto incomodado foram as músicas. Sempre achei a trilha sonora do Sonic impecável, mas nessa versão elas estão bem enfadonhas. Não teve nenhuma que me deixou com vontade de ficar escutando em loop. A maioria são fracas e repetitivas.
A jogabilidade sempre foi uma coisa que eu não entendia bem, não me sinto totalmente no controle do personagem. Um exemplo disso é o “deslize” utilizado para justificar a velocidade que ele alcança, e que muitas vezes atrapalha na jogabilidade. Outra coisa que não me agrada é como as cores são apresentadas no game. Sempre estouradas, e além disso, a quantidade de informações incluídas nas fases afetaram as mecânicas que acabaram não funcionando tão bem em conjunto.
Não vou ser injusto e dizer que tudo no jogo está ruim. As animações em desenho do Sonic, os gráficos, e as músicas cantadas mostram todo o poder que o Sega CD (periférico que era acoplado ao Mega drive) tinha na época. O diferencial dessa versão é todo conteúdo extra, que com certeza vai agradar a qualquer fã. Além disso, tem a opção de escolher com qual trilha sonora você vai querer jogar: a americana ou a japonesa. Acredito que os jogos da série numerada do Sonic vão me agradar mais. Não vou dizer que você não deva jogar esse game, mas acho que a série tem jogos melhores.
Posted 13 January, 2020.
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6.8 hrs on record (5.2 hrs at review time)
Um jogo que eu sempre quis terminar, mas nunca tinha a oportunidade de jogar, pois não tinha um PC legal ou por não ter grana mesmo. É um jogo que fala de sentimentos, que conta uma história de uma forma que nenhum filme conseguiria contar. Por ser um game desenvolvido por uma empresa indie, ele entrega uma qualidade gráfica impressionante com um nível de detalhe que faz qualquer AAA ficar com inveja (mesmo sendo lançado em 2013). O final da história não foi nada satisfatório para mim, mas isso não tira o mérito das coisas positivas, como a música, ambientação e o mistério que ele causa durante todo game.
Posted 13 January, 2020.
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25.2 hrs on record
Sabe aquele jogo que não tem medo de mostrar (até nos mínimos detalhes) que foi feito à mão? Pois é, este é Jotun! Um game de temática Nórdica/Viking pela qual eu sempre tive interesse. Nele você controla Thora, uma guerreira Viking muito badass que morreu fora de batalha e precisa provar seu valor aos deuses e conquistar seu lugar em Valhalla. As artes dos personagens, os cenários e a animação estão impecáveis. A dublagem em islandês e as músicas com tons épicos foram outro ponto forte, e me deixaram mais imerso jogando.
Por mais que Jotun acerte em muitos aspectos técnicos, ele não é perfeito. Tenho um ponto negativo para destacar: que é o fato do mapa ser muito confuso. Ele não marca nossa posição, e tem algumas áreas que se você não ficar abrindo o mapa de tempos em tempos, fica impossível de saber em qual lugar estamos. Com o tempo você se acostuma, mas isso só deixa a experiência de explorar menos interessante.
Jotun é um ótimo jogo e merece sim ser jogado por todos os amantes da mitologia nórdica.
Posted 13 January, 2020.
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47.0 hrs on record (28.1 hrs at review time)
Sempre que inicio esses “minis-reviews”, tento encontrar uma frase que defina bem o jogo que eu terminei. Para Guacamelee vou ser bem piegas. Não que eu já não tenha sido extremamente piegas anteriormente, mas fazer o que né?! Eu amo joguinhos. Guacamelee é aquele tipo de jogo que não tem medo de ser jogo… Eu sei, eu sei, você deve estar se perguntando: “qual o jogo que tem medo de ser jogo?” hehehe, vou te explicar. Sabe aquele jogo que a cada fase que você passa, não dá vontade de parar? Sabe quando você fala para si mesmo: “Eu vou jogar por uma hora e já vou dormir”, e quando você percebe o dia já está amanhecendo?! É esse o sentimento que o Guacamelee passa. Por mais que ele seja um jogo que necessita de um jogador um pouco experiente nesse mudinho dos “videogames” para pegar todas as referências e escolhas que a equipe de desenvolvimento teve, eu vejo o mesmo com uma curva de aprendizagem tão natural que mesmo você que nunca jogou um Metroidvania vai conseguir ter esse sentimento. Ele tem tudo que um bom jogo nesse estilo tem que ter: habilidades para upgradear, poderes para acessar uma certa área, inimigos que evoluem conforme o progresso do jogo, áreas secretas… Esses e muitos outros aspectos. Eu diria que é um jogo obrigatório para quem gosta do estilo Metroidvania/plataforma.
Posted 13 January, 2020.
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0.1 hrs on record
Gostei do jogo!
Posted 3 July, 2019.
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9.4 hrs on record
Deixando meu tênis verde um pouco de lado, eu resolvi jogar um jogo desenvolvido por um estúdio Triple A. Estou falando da EA DICE, o mesmo estúdio que desenvolve franquias como “Battlefield” e o polêmico “Star Wars Battlefront II”.
Mirror’s Edge é um jogo em primeira pessoa, onde você controla Faith Connors, uma fodastica praticante de parkour. Com gráficos hipnotizantes para sua época (até hoje estão lindos), o que mais se destaca em relação aos gráficos é sua composição de cores, que brinca com a perspectiva do jogador, deixando o jogo mais minimalista. O game tem uma trilha sonora que cumpre com o seu objetivo, e o deixa mais dinâmico e frenético. Quero destacar a música “Still Alive”, perfeita pra encerrar a história da Faith e de sua irmã Kate. A história não é nada surpreendente, mas tem seus momentos. Se você gosta de plot twist, estará bem servido. A jogabilidade é o ponto mais forte de todo o jogo, com suas mecânicas bem resolvidas, emula bem a sensação que é praticar parkour. A câmera balança enquanto você salta pela cidade passando de fato uma imersão.
Queria deixar claro, que por mais que tudo funcione bem, tem um detalhe no seu level design que não funciona tão bem. Ao mesmo tempo que sua composição de cores traz essa sensação minimalista, ela atrapalha o jogador em alguns momentos, deixando confuso onde a pessoa deve ir. Mesmo assim recomendo muito que você jogue. É uma experiencia curta, onde você vai sentir, nem que seja um pouco o que é praticar esse esporte..
Posted 6 July, 2018. Last edited 21 November, 2018.
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